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Geografia biblica Colossenses Grecia
Geografia biblica Colossenses Grecia

                       Colossenses                           

 MAURICIO BERWALD

                                              

ko-los'-e (Kolossai, "punição", a King James Version Colossos): Uma cidade da Frígia, no rio Lico, um dos ramos do Meandro, e 3 milhas do Mt. Cadmus, 8.013 pés de altura. Ele estava à frente de um desfiladeiro, onde as duas correntes se unem, e sobre a grande estrada que atravessa o país de Éfeso para o vale do Eufrates, 13 milhas de Hierapolis e 10 de Laodicéia.

A Cidade de Colossos

 

Colossos era uma cidade importante, situada nas proximidades do rio Meander, no vale do Lico e, por isso, acompanhava a principal rota comercial que ligava as cidades da Frígia, no leste, com Éfeso, no oeste. Os registros históricos indicam que essa cidade desfrutava de imensa riqueza e prestígio, nos tempos antigos (anterior a 400 a.C.). Graças a seus interesses comerciais, Colossos havia sido uma cidade cosmopolita importante, que incluía diferentes elementos religiosos e culturais. A população judaica devia-se em parte a Antíoco III, que fixou cerca de dois mil judeus da Mesopotâmia e da Babilônia nessa área, em torno do ano 200 a.C. Observa G.L. Munn que "ao redor de 62 a.C. os judeus do vale do Lico eram tão numerosos que o governador romano proibiu a exportação de dinheiro destinado a pagar o imposto do templo." Conforme Cícero, haveria uns dez mil judeus residentes naquela área da Frígia.

A importância de Colossos como cidade diminuiu nos períodos helenístico e romano. Na época do apóstolo Paulo, era a cidade menos importante da área. Registram os historiadores que ela havia sido severamente devastada por um terremoto em 61 d.C. e, diferentemente das cidades vizinhas de Laodicéia (cerca de dezesseis quilômetros a oeste), e Hierápolis (cerca de vinte e cinco quilômetros), Colossos jamais foi reconstruída. O local havia sido completamente abandonado em torno do século oitavo d.C, e até hoje nenhuma obra arqueológica foi realizada em suas ruínas.

 

A Igreja em Colossos

 

Pouco se sabe a respeito da fundação da igreja colossense. O livro de Atos não registra especificamente uma visita que Paulo houvesse realizado a Colossos, embora alguns eruditos como Bo Reicke tenham sugerido que o apóstolo poderia ter ido a essa cidade e a outras do vale do Lico, em sua terceira viagem missionária. Teria sido quando Paulo passou "sucessivamente pela província da Galácia e da Frígia" (18:23) e "pela estrada do interior" a caminho de Éfeso (19:1). Para Reicke, isto significa os vales do Lico e do Meander, que teriam sido acessíveis pela estrada comercial que ligava Colossos à Antioquia da Pisídia.

Se isto for verdade, Paulo poderia ser considerado o fundador da igreja. Ele conhece vários membros da congregação (4:7-17; Filemom); os que não o conhecem pessoalmente (2:1) poderiam ser novos convertidos. As evidências internas da epístola induzem o leitor a crer que os colossenses haviam ouvido as boas-novas pela primeira vez da parte de Epafras (1:7), que era de Colossos (4:12), e se tornara um dos colaboradores de Paulo no vale do Lico (4:13). É possível que Epafras tenha ouvido o ensino de Paulo em Éfeso, tenha-se convertido ao cristianismo e voltado para sua terra a fim de fundar ali uma igreja. De acordo com esta reconstrução, Paulo estaria relacionado — indiretamente — à fundação dessa igreja. Dir-se-ia o mesmo a respeito de outras igrejas que foram fundadas como resultado de seu ministério em Éfeso ("de modo que todos os que habitavam na Ásia ouviram a palavra do Senhor Jesus, tanto judeus como gregos", Atos 19:10).

 

Os Falsos Ensinos

 

Os falsos ensinos que estavam ameaçando a igreja colossense são melhor descritos como um sistema religioso sincrético, isto é, uma mistura de elementos religiosos e filosóficos diversificados, provenientes de culturas orientais, gregas, romanas e judaicas. A Frígia, área em que se localizava a cidade de Colossos, era a terra de Cibele, a grande mãe e deusa da fertilidade. Certas descrições das características das heresias colossenses podem relacionar-se às crenças e costumes dessa seita popular.

Visto que Paulo não enquadra a heresia colossense de maneira sistemática, temos que reconstruí-la com base em algumas palavras e idéias que ele emprega, bem como em nossa compreensão dos sistemas religiosos de seus dias. Os leitores de Paulo já conheciam os pontos básicos de seu ensino, pelo que se tornava desnecessário que o apóstolo os descrevesse em minúcias. É possível que a complexidade do sistema herético teria induzido os cristãos colossenses a crer que ali estava uma solução melhor para as esperanças e temores religiosos do povo, em vez do evangelho simples que haviam ouvido da parte de Epafras.

Os falsos ensinos tinham vários componentes principais, todos interligados de várias maneiras:

 

Astrologia. Na carta, Paulo adverte seus leitores a respeito de "os rudimentos do mundo" (stoicheia tou kosmou, 2:8), "os principados e as potestades" (2:15), e "culto aos anjos" (2:18). No pensamento antigo, Moicheia eram os princípios básicos ou fundamentais do conhecimento e da criação, constituindo a totalidade do mundo. Sob a influência do sincretismo helenístico, inclusive a filosofia de Pitágoras, estes "rudimentos do mundo" foram promovidos ao status de "espíritos", personificados como governantes cósmicos, e divinizados de acordo com todos os demais corpos astrais do universo.

 

Um dos princípios básicos da astrologia é que existe correspondência entre os movimentos dos deuses lá em cima, e as alterações que ocorrem aqui em baixo, na terra. As pessoas acreditavam que suas vidas eram controladas por essas divindades estelares, e por isso procuravam aplacá-las mediante adoração, ou diminuir-lhes o poder mediante a feitiçaria, os rituais mágicos, despachos, e assim por diante. Certas crendices e costumes que Paulo expõe em sua carta relacionam-se à astrologia. Até mesmo o culto aos anjos pode ter vindo da idéia de que eles são poderes que controlam os destinos das pessoas (a sorte), e precisam ser venerados. Lohse sugere que em alguns meandros da especulação judaica, "as próprias estrelas eram consideradas como um tipo distinto de anjos."

 

Gnosticismo. Este componente da heresia colossense pode explicar algumas referências como "filosofias e vãs sutilezas" (2:8), "tradição dos homens" (2:8), julgamentos "pelo comer, ou pelo beber" (2:16, 20-22), pessoas enfatuadas "sem motivo algum na sua mente carnal" (2:18), "humildade fingida" (2:23), e "severidade para com o corpo" (2:23).

Gnosticismo é o nome que se dá a um sistema religioso complexo, sincrético, em cujo ensino o conhecimento (gnosis) assume importância crucial. Visto que o gnosticismo subsiste numa grande variedade de formas, não há um movimento unificado que possa ser apropriadamente chamado de gnosticismo. Grande parte do debate erudito de hoje centraliza-se ao redor da datação e das doutrinas desta heresia, que confrontou a Igreja em seus primórdios históricos.

Pode-se encontrar em Colossenses alguns traços de cosmologia, soteriologia (teorias concernentes à salvação), e de ética. Os gnósticos aceitavam a idéia grega de um dualismo radical entre o espírito (Deus) e a matéria (o mundo). Ensinavam que a humanidade estaria separada de Deus por uma variedade de esferas cósmicas (usualmente sete), habitadas e governadas por todo tipo de governadores, principados e poderes espirituais. Estas são as regiões em que devemos penetrar, se quisermos obter acesso ao céu.

 

A salvação, que consiste basicamente da ascensão da alma da terra ao céu, torna-se possível mediante o gnosis. Este conhecimento salvífico está a nossa disposição mediante alguns meios, tais como a instrução doutrinária, ritualismo, a profecia, a iniciação sacramental e a descoberta de si próprio; tudo isso capacita a pessoa a voltar ao reino da luz, onde a alma de novo se une a Deus.

 

A vida ética dos gnósticos tomou duas direções principais. Alguns partiram para um ascetismo rígido. Por acreditar que o mundo é mau, separaram-se da "matéria" com o objetivo de evitar maior contaminação. Todos os apetites do corpo tinham que ser severamente restringidos. Entretanto, outros gnósticos praticavam a libertinagem, raciocinando que à vista de ser o corpo mau por natureza, a indulgência maior nas práticas imorais não teria quaisquer conseqüências sérias. Além disso, achavam que possuíam um gnosis sobrenatural de sua "verdadeira" natureza, pelo que pouco importava o modo por que viviam.

 

Os falsos mestres de Colossos apegavam-se a um sistema rígido de leis e regulamentos que julgavam necessário para controlar seu comportamento. Tais regras, combinadas com certas formas de legalismo judaico, explicam "manifesto da liberdade cristã" de Paulo, em 2:16-23. Basicamente ele ensina que tais dogmas são transitórios (2:17), causam divisões (2:18), escravizam (2:20), são temporários (2:22) e inúteis (2:23). Para Paulo, trata-se de "preceitos e ensinamentos dos homens" (2:22), nada tendo que ver com o verdadeiro evangelho que vem de Cristo (2:8).

 

Religiões de Mistério. O termo religião de mistério é nome dado a uma diversidade de credos e práticas que existiram em certa época, entre o oitavo e o quarto século a.C. Chamam-se de mistério porque grande parte de seu ensino e atividades ritualísticas se faziam em segredo.

Em Colossenses, pode haver uma alusão aos mistérios nas frases "plenitude da divindade" (2:9), "afetando humildade" e "baseando-se em visões" (2:18). Os iniciados nos mistérios receberiam conhecimento e visões especiais sobre os segredos do universo. Isto, por sua vez, separaria tais pessoas dos não-iniciados, criando divisões na sociedade.

 

Judaísmo Helenístico. As referências à circuncisão (2:11), a dias santificados, à festa da lua nova, ao sábado (2:16) e ao culto aos anjos (2:18), definitivamente são elementos judaicos. Entretanto, não se trata do judaísmo ortodoxo da Palestina; antes, é o judaísmo que sofreu o processo da helenização. Assim, faz parte da "filosofia" sincrética (2:8) que ameaçava os cristãos de Colossos. Paulo não seleciona esse elemento judaico, mas ataca-o juntamente com todo o sistema.

 

A solução paulina para a heresia colossense encontra-se na aplicação do hino a Cristo (1:15-20), que estabelece a preeminência de Cristo no universo (cosmicamente), e na Igreja (eclesiasticamente). Visto ser Cristo superior a todo e qualquer poder do cosmos (1:15-17; 2:10) e ter, efetivamente, derrotado esses poderes na cruz (2:15), por que continuariam os crentes a viver como se ainda se lhes estivessem sujeitos? Os cristãos foram libertados de tais poderes por causa de sua união com Cristo no batismo (2:20).

Grande parte disso aplica-se à vida espiritual do crente. O crescimento, a maturidade e a integridade dos membros do corpo advêm de seu relacionamento com Cristo, a Cabeça (2:19), excluindo o retorno às regras e regulamentos escravizadoras, legalísticos, que Cristo anulou mediante sua morte (2:14). O propósito da exortação de 3:1, e versículos seguintes, é lembrar a esses crentes de que precisam viver eticamente aquilo que lhes pertence, segundo a teologia, visto serem membros do Corpo de Cristo.

 

O Propósito da Carta

 

Se a razão por que Colossenses foi escrita liga-se ao relatório de Epafras a respeito dos falsos ensinos que ameaçavam a igreja, daí se segue que o propósito da carta foi advertir seus leitores contra essas heresias, e fazê-los lembrar-se da verdade do evangelho que já haviam recebido, e na qual agora viviam (1:5). Basicamente Paulo está dizendo-lhes que Cristo derrotou os poderes do mal mediante sua morte na cruz (2:15). Isto significa que os falsos ensinos e as leis escravizadoras provenientes da sabedoria humana, e dos espíritos que governam o universo (2:8), nenhuma autoridade exercem sobre os crentes (2:10); a prisão em que antigamente atormentavam as pessoas, na forma de débitos não-pagos, foi cancelada (2:14). Paulo quer que seus leitores entendam esta verdade, pelo que os leva a lembrar-se de que devem andar na luz das tradições que receberam sobre Cristo e o evangelho.

 

Este fato explica as muitas referências à verdade do evangelho (1:5, 6, 25-27; 2:8, 9, 12, 13), e as admoestações a que se compreenda e se viva tal esperança (1:9, 10, 12, 23, 28; 2:2, 3, 5-7). As exortações éticas (3:1ss.) constituem um lembrete adicional aos colossenses, para que vivam em união com Cristo, e sob a autoridade do Senhor exaltado.

 

Segundo o modo de Paulo entender o evangelho, não há lugar para nenhum tipo de exclusivismo. Seu conceito do "mistério" que ele foi chamado para proclamar é que judeus e gentios, bem como o universo inteiro, foram incluídos no plano de Deus de redenção (1:20, 25-29). Assim é que ele se regozija porque "em todo o mundo este evangelho vai frutificando" (1:6, 23). O desejo de Paulo é que durante seu encarceramento — e também depois — ele possa continuar sua proclamação desse mistério (4:3, 4).

 

 

Um dos perigos dos falsos ensinos em qualquer congregação é que eles distorcem o plano de Deus, transformando-o em exclusivismo. Os que seguem as "tradições dos homens" colocam-se no topo, como elite espiritual iluminada, crendo que sua sabedoria e legalismo tornam-nos diferentes dos demais membros do corpo de Cristo. Em oposição ao exclusivismo, Paulo é inspirado a escrever que os crentes já foram circuncidados na união com Cristo (2:11, 12) e, como resultado de tal união, "não há grego nem judeu" (3:11; observe GNB: "deixa de existir quaisquer distinções entre gentios e judeus").

 

 Sua história está principalmente associada com a de estas duas cidades. Cedo, de acordo com tanto Heródoto e Xenofonte, que era um lugar de grande importância. Há Xerxes parou de 481 aC (Heródoto vii.30) e Ciro, o Jovem marcharam 401 aC (Xen. Anabe. I.2, 6). De Colossenses 2: 1 , não é provável que Paulo visitou o local em pessoa; mas sua cristianização foi devido aos esforços de Epafras e Timóteo ( Colossenses 1: 1, 7 ), e foi a casa de Filemom e Epafras. Que uma igreja foi estabelecida lá cedo é evidente a partir Colossenses 4:12, 13 Apocalipse 1:11 ; Apocalipse 03:14 . Como as cidades vizinhas, Hierapolis e Laodicéia, ganhou importância, Colossos diminuiu. Havia muitos judeus que vivem lá, e um chefe de artigo de comércio, para o qual o lugar era conhecido, foi o collossinus, uma lã peculiar, provavelmente de uma cor roxa. Na religião as pessoas eram especialmente frouxa, adorando anjos. 

 

Deles, Michael era o chefe, e o santo protetor da cidade. Diz-se que uma vez que ele apareceu ao povo, salvando a cidade em vez de uma inundação. Foi essa crença nos anjos que chamou a epístola de Paulo ( Colossenses 2:18 ). Durante os séculos 7 e 8 o lugar foi invadido pelos sarracenos; no século 12, a igreja foi destruída pelos turcos ea cidade desapareceu. Seu local foi explorado pelo Sr. Hamilton. As ruínas da igreja, a fundação de pedra de um grande teatro, e uma necrópole com pedras de uma forma peculiar estão ainda a ser visto. Durante a Idade Média o lugar tinha o nome de Chonae; agora é chamado de Chonas. (notas EJ Banks)

 

fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com

 

Postado por REVIVAL BRASIL GOSPEL

 

 

                                Geografia biblica Grecia

                                   GRÉCIA; Graecia

                                      grés  gre'-sha;

 

  1. Nome:

 

 

Grécia (em grego: Ελλάδα; transl.: Elláda pronunciado: [eˈlaða] ( ouvir)), oficialmente República Helênica (português brasileiro) ou Helénica (português europeu) (em grego: Ελληνική Δημοκρατία; transl.: Ellīnikī́ Dīmokratía pronunciado: [eliniˈci ðimokraˈti.a]) e conhecida desde a antiguidade como Hélade (em grego: Ἑλλάς; transl.: Hellás), é um país localizado no sul da Europa. De acordo com dados do censo de 2011, a população grega é de cerca de 11 milhões de pessoas. Atenas é a capital e a maior cidade do país.

 

O país está estrategicamente localizado no cruzamento entre a Europa, a Ásia, o Oriente Médio e a África. Tem fronteiras terrestres com a Albânia a noroeste, com a República da Macedônia e a Bulgária ao norte e com a Turquia no nordeste. O país é composto por nove regiões geográficas: Macedônia, Grécia Central, Peloponeso, Tessália, Épiro, Ilhas Egeias (incluindo o Dodecaneso e Cíclades), Trácia, Creta e Ilhas Jônicas. O Mar Egeu fica a leste do continente, o Mar Jônico a oeste e o Mar Mediterrâneo ao sul. A Grécia tem a 11ª maior costa do mundo, com 13 676 quilômetros de comprimento, com um grande número de ilhas (cerca de 1 400, das quais 227 são habitadas). Oitenta por cento do país é composto por montanhas, das quais o Monte Olimpo é a mais elevada, a 2 917 metros de altitude.

 

 

A Grécia moderna tem suas raízes na civilização da Grécia Antiga, considerada o berço de toda a civilização ocidental. Como tal, é o local de origem da democracia,[8] da filosofia ocidental, dos Jogos Olímpicos, da literatura ocidental, da historiografia, da ciência política, de grandes princípios científicos e matemáticos, das artes cênicas ocidentais, incluindo a tragédia e a comédia. As conquistas culturais e tecnológicas gregas influenciaram grandemente o mundo, sendo que muitos aspectos da civilização grega foram transmitidos para o Oriente através de campanhas de Alexandre, o Grande, e para o Ocidente, através do Império Romano. Este rico legado é parcialmente refletido nos 17 locais considerados pela UNESCO como Patrimônio Mundial no território grego, o sétimo maior número da Europa e o 13º do mundo. O Estado grego moderno, que engloba a maior parte do núcleo histórico da civilização grega antiga, foi criado em 1830, após a Guerra da Independência Grega contra o antigo Império Otomano.

 

Nos primeiros tempos, não havia nenhum nome único universalmente e exclusivamente em uso tanto das pessoas ou da terra da Grécia. Em Homer, três denominações, (Achaioi), (Danaoi), (Argeioi), foram sem discriminação aparente aplicada a todos os gregos. Pelos orientais foram chamados Ionians.  

 

O nome (helenos), que em tempos históricos entrou em uso geral como uma denominação coletiva, foi aplicado em Homer a uma pequena tribo na Tessália. Mas o nome correspondente (Hellas) não foi primariamente um termo geográfico, mas destinadas a morada dos helenos onde quer que eles tinham seus próprios estados ou cidades. No quarto século aC muitos sentiram, como fez Isócrates, que mesmo "heleno" não ficou muito para uma distinção na corrida, como por preeminência da cultura, em contraste com os desprezados "bárbaros". 

Por isso, houve muita disputa, no tocante certos povos, como, por exemplo, os epirotas, macedônios, e até mesmo os Thessalians, se eles devem ser contabilizados helenos e, como incluído no Hellas. A palavra (Graikoi), latim Graeci) ocorre em Aristóteles, que diz que era um nome mais antigo para aqueles que foram mais tarde chamados helenos. O significado e a verdade desta afirmação são iguais em dúvida; mas ele provavelmente se refere apenas à tribo que habita a proximidade de Dodona, no Épiro. 

 

De qualquer forma, Graeci e Graecia devido a sua introdução praticamente aos Romanos, após o seu contacto com os gregos na guerra com Pirro, e, consequentemente, eles incluíram (o que "helenos" e "Hellas" não) Épiro e da Macedónia.

 

  1. Localização e Área:

 

"Hellas", como a terra dos helenos, é usado em um sentido amplo para incluir não apenas a Grécia propriamente dita, mas também as ilhas do Jónico e Egeu, a costa do Helesponto, do Ponto, e da Ásia Menor, o florescimento regiões coloniais da Magna Grécia e Sicília, Creta, e, ocasionalmente, de Chipre, Cirene, e as colônias dispersas que pontilham a costa do Mediterrâneo, quase às Colunas de Hércules. "Grecia", no entanto, foi usado em um sentido mais restrito que se aplica a "contínua" (ou continental) Grécia, que forma a extremidade sul da península balcânica. Enquanto os romanos incluídos Macedônia e Épiro, será bem para nós para limitar a Grécia para o território encontra-se aproximadamente abaixo de 40 graus, e que se estende quase até 36 graus de latitude norte e que varia entre 17 graus e 23 graus de longitude leste. Se, como é próprio, que incluem as ilhas imediatamente adjacentes, seu maior comprimento, a partir de Mt. Olympus no Norte para Cythera no Sul, é de cerca de 280 milhas; a sua maior amplitude, de Thema de Cefalênia no Ocidente para Eubéia no Oriente, é de cerca de 240 milhas. 

 

A área, no entanto, devido à grande irregularidade do seu contorno, é muito menos do que se poderia esperar, no valor de cerca de 30.000 milhas quadradas. Com uma área, portanto, consideravelmente menos do que a de Portugal, a Grécia tem um litoral superior de comprimento que de Espanha e Portugal juntos. Na Grécia, o rácio de costa para a área é de 1: 3 1/4, enquanto que a da Península Ibérica é 1:25.

 

  1. Montanha Estrutura:

 

O limite norte da Grécia é formado por uma série irregular de cadeias de montanhas, a partir do Oeste com a gama Acroceraunian e terminando em Mt. Olympus (agora, Elymbos, 9.790 ft.) No leste. Interseção desta linha, a faixa de Pindo elevada, formando a espinha dorsal do norte da Grécia, se estende para o sul até Mt. Tymphrestus (agora, Velouchi, 7.610 ft.) Em Aetolia, em que esporas ponto irradiam pelo Central Grécia. Os picos mais altos são Mt. Corax (agora, Vardusia, 8.180 ft.) Em Aetolia, Mt. Eta (7.060 pés), Parnassus (agora, Lyakoura, 8.070 ft.), Helicon (agora, Paleo Vouno, 5.740 ft.), Cithaeron (agora, Elatias, 4.630 ft.), Encontra-se na fronteira entre a Beócia e Attica, Mt. Geranea (agora, Makri Plaghi, 4.500 ft.), Norte do Istmo, e, em Attica, Parnes (agora, Ozea, 4.640 ft.), Pentelicon (agora, Mendeli, 3.640 ft.) E Hymettus (agora Trelovouni, 3370 ft.). 

 

Ao longo da costa oriental estende-se uma faixa quebrada de montanhas, os picos mais altos do que são Ossa (agora, Kissavos, 6.400 ft.), Pelion (agora, Plessidi, 5.310 ft.); e, em Eubéia, que pertence praticamente a esta gama, Dirphys (agora, Delphi, 5.730 ft.) e Ocha (agora, Elias, 4.610 ft.). Sul da Grécia, ou o Peloponeso, está unida à Grécia Central apenas por um estreito istmo (agora cortado por um canal 4 milhas de comprimento), com uma altitude mínima de cerca de 250 pés na porção norte, uma massa confusa de montanhas sobe para grande alturas em Cyllene (agora, Ziria, 7.790 ft.), Erymanthus (agora, Olonos, 7.300 ft), Maenalus (agora, Apano Chrepa, 6.500 ft.), todos em Arcadia, Panachaicus (agora, Voidia, 6.320 ft.), em Achaia; e, correndo para o sul através de Laconia, os dois intervalos importantes chamados Taygetus (agora, Pentedaktylo, 7.900 ft.) e Parnon (agora, Malevo, 6.430 ft.). intervalos menores se projetam em direção ao mar em Argolis, Laconia e Messenia.

 

  1. Rios e Lagos:

 

A precipitação na Grécia não é abundante e se limita em grande parte ao final do outono e inverno. Se o presente precipitações difere muito em quantidade daquele da antiguidade é um assunto em disputa, embora pareça razoável supor que o desnudamento progressiva das montanhas desde o século dC quinta implicou uma perda correspondente na umidade. Mesmo na antiguidade, no entanto, os rios da Grécia eram muito parecidas com os arroios da porção sudoeste do U.S.A., que estão no inverno fúria torrentes de montanha e os canais secos de verão.

 

 Devido à proximidade do mar a todos os pontos da Grécia, os rios são curtos, ea escassez de molas torna dependente da chuva directa e imediata. Entre os rios mais importantes podem ser enumeradas, no norte da Grécia, a Peneius, com seus afluentes, em Tessália; Grécia Central, o Achelous eo Evenus, em Aetolia; o Spercheius, fluindo entre Eta e Othrys no Golfo Maliac; os andares, mas realmente insignificantes, Ilyssus e Cephissus, da planície do sótão; no sul da Grécia, o Alpheius, elevando-se em Arcadia e fluindo para o oeste através de Elis, eo Eurotas, que drena Laconia. Eastern Grécia consiste em uma série de bacias pouco consideráveis, que se tornam lagos no inverno e são pântanos pestilentos no verão, exceto onde a natureza ou o homem tem proporcionado uma tomada. O primeiro é o caso com o Peneius, que cortou um canal através do célebre Vale de Tempe. Lake Copais, na Beócia, dá um exemplo de atividade do homem.

 

 O Minyae, em tempos pré-históricos, são creditados com a ampliação das saídas naturais, e assim a drenagem da bacia por um tempo; nos últimos tempos, a mesma empresa foi novamente levado a um problema bem sucedido. bacias semelhantes ocorrem no Lago Boebeis, na Tessália, e no Lago Stymphalus, em Arcadia, além de outros de menor importância. Grécia Ocidental tem relativamente poucos dessas bacias, como no Lago Pambotis, em Epirus, e no Lago Trichonis, em Aetolia. Em muitos casos, quando não há saída de superfície para estas bacias, canais subterrâneos (chamados pela gregos Katavothrae) são formadas na rocha calcária, através do qual as águas são drenadas e, ocasionalmente, de novo trazida para a superfície a um nível inferior.

 

  1. Clima:

 

O clima da Grécia foi, provavelmente, muito mesmo nos tempos antigos como é hoje, exceto que ele pode ter sido mais saudável quando a terra foi mais densamente povoadas e melhor cultivada. Heródoto diz que de todos os países, a Grécia possuía as estações mais felizmente temperado; e Hipócrates e Aristóteles recomendá-la para a ausência de extremos de calor e frio, tão favorável para a inteligência e energia. Mas, devido às desigualdades de sua superfície, à altura de suas montanhas e a profundidade de seus vales, o clima varia muito em diferentes distritos. Nas terras altas do interior do inverno é muitas vezes frio e grave, a neve deitado no chão até o final da primavera, enquanto nas planícies perto do mar que raramente existe mau tempo, neve e é quase desconhecido.

 

 Os dados a seguir para Atenas pode ser tomado como base de comparação: umidade de 41 por cento, a precipitação 13, 1 polegadas, distribuídos em 100 dias; temperatura, Jan. 48, 2 graus F., Julho 80, 6 graus F. Grécia encontra-se aberta aos ventos do norte que, durante certas épocas, prevalecem e dar uma qualidade de órtese para o ar nem sempre presentes em locais de mesma latitude significa .

 

  1. Geologia:

 

A metade ocidental da Grécia, em que as cadeias de montanhas executar geralmente de Norte a Sul, consiste de uma formação de calcário compacto cinzento e branco-amarelada, enquanto o leste meio-Macedónia, Tessália, Eubéia, Cyllene, e as montanhas de Artemision para Cape Malea e Taygetus-juntamente com a maior parte da Ática e das Cíclades, consiste de mica-xistos e calcário cristalino granular (mármore) formações terciárias ocorrer em faixas estreitas nas encostas norte e noroeste dos intervalos no Peloponeso e em o vale do Eurotas, na Beócia e Eubeia. 

 

A ação vulcânica é evidenciada tanto nas elevações paralelas de formação similar ou contemporânea, e nos terremotos freqüentes em todas as idades, especialmente no sul da Grécia e Central, e nas ilhas do Mar Egeu. Perenemente vulcões ativos estão longe encontrado na Grécia, mas novas formações devido à ação vulcânica são mais claramente visto na ilha deles entre os Cyclades, onde eles teriam ocorrido dentro do último meio século. O solfatara entre Megara e Corinto, e as abundantes fontes termais em pontos muito dispersos na Grécia também testemunhar o caráter vulcânica da região. Muitos um local antigo, venerado pela sua santidade na antiguidade, como os de Delphi e Olympia, em seus templos em ruínas oferecer um testemunho mudo a violência dos abalos sísmicos; e registros de história repetiu casos de cidades tragadas por ondas de maré de altura terrível.

 

  1. Topografia:

 

Menção já foi feita do litoral sinuoso da Grécia, ea terra foi falado como consistindo em três divisões. Norte da Grécia, a que Épiro e Tessália pertencem, está marcado a partir Central Greece pelas reentrâncias profundas do Golfo Ambracian sobre o Ocidente e do Golfo Maliac sobre o Oriente.

 

O Pegasean Golfo, praticamente continuado por Lake Boebeis, vai muito para Tessália, e divide-lo de Magnésia, que fica ao leste. A terra do Dolopians realmente pertence a norte da Grécia. Grécia central consiste em Acarnania e Aetolia no Ocidente, e de Phocis, Beócia e Attica (com a ilha adjacente de Eubéia) sobre o Oriente, separados por um grupo de Estados menores, Aenis, Oetaea, Doris, Locris e Fócida. Sul da Grécia é separada da Central Grécia pela Corinthian e Salónica Golfos, que quase se encontram no istmo de Corinto, e agora, depois de repetidos esforços, datando da época de Júlio César, unidos por um canal do nível do mar. Megaris, que, por sua posição, pertence à Grécia Central, está aqui, de acordo com suas afinidades e predileções políticas, classificadas com Corinto, o guarda-redes do istmo, como pertencente ao sul da Grécia. De frente para o Golfo de Corinto, Achaia forma a divisão norte do Peloponeso, tocando Elis, Arcadia e Argolis, que cinto península nesta ordem de oeste para leste Arcadia é a única divisão política que não tem acesso ao mar, ocupando uma vez que faz o grande planalto central cortada por intervalos menores de alturas diferentes. 

 

As divisões mais ao sul, Messenia e Laconia, estão profundamente recuada pela Messeniac e Laconic Golfos e Laconia é separada da península de Argolis pelo Golfo de Argos, todos os quais dirigir um pouco oeste do norte das ilhas subjacentes, que um razoável ponto de vista deve incluir nos limites de Grécia, Eubéia já foi mencionada; mas devemos adicionar o grupo de grandes ilhas situadas no Mar Jónico, a saber, Corcyra (agora, Corfu), Leukas, Ithaca, Thema de Cefalênia (agora, Cephalonia), Zacynthus (agora, Zante), e Citera (agora, Cerigo), na foz do Golfo Laconic, bem como Salamina e Egina no Golfo Sarônico.

 

Grécia nunca foi, em tempos antigos, um estado unida, mas consistiu de um grande número de estados separados. Estes eram essencialmente de dois tipos: (a) cidades-estados, em que uma cidade dominaram o território adjacente cuja população livre constituiu a sua cidadania, ou (B) confederações, nas quais cidades ou distritos vizinhos combinados em organizações políticas que podemos chamar Federal estados. Estas questões não podem, contudo, ser discutido exceto em conexão com a história da Grécia, para o qual o leitor deve consultar as obras-padrão. Pode ser aconselhável aqui, no entanto, para citar as principais cidades da Grécia. Norte da Grécia não tinha grandes cidades que se desenvolveram como centros comerciais. 

 

Egina foi o primeiro a alcançar a especial importância, em seguida, Corinto e Atenas; Chalcis e Eretria, em Eubéia, foram por um tempo rico e próspero, e Megara, em Megarid, e Argos, em Argolis, se tornaram rivais formidáveis ​​de Atenas. Sparta, embora nunca um centro comercial, ganhou cedo e mantido por muito tempo a hegemonia da Grécia, por um tempo disputado por Atenas, em virtude de seu poder como a casa da aristocracia Dorian militante, que foi desastrosamente derrotado pelos Beotians sob Epaminondas, quando Tebas, durante um tempo, assume grande importância. Megalopolis, em Arcadia, desfrutou de um breve destaque na época da Liga Aqueia e Corcyra floresceu no 5º e 4º séculos aC Também não devemos deixar de mencionar três grandes centros de religião grega: Olympia, em Elis, como o principal santuário de Zeus; Delphi, em Phocis, como a sede oracular de Apolo; e Eleusis, em Attica, como o peregrino-santuário para que todos os gregos recorreram que seria iniciado nos mistérios de Deméter e Cora. Argos também possuía um santuário far-famed de Hera, e Termopilha e Calauria eram os centros em que preencheram os conselhos de amphictyonies influentes. Epidaurus era famoso por seu santuário de Asclépio. Delos, uma pequena ilha no meio do mar Egeu, celebrado como um santuário de Apolo e como o local de encontro de um anfictionia mais influente, cai sem os limites da Grécia adequada; mas Dodona, no sul do Épiro, deve ser mencionado como a morada mais antiga e venerável do oráculo de Zeus. 

 

Os gregos, incorrigivelmente particularista na política, por causa das barreiras quase intransponíveis erguido pela Natureza entre os povos vizinhos nas serras altas, estavam em uma medida unidos pela sua religião, que, como o mar, um outro elemento para fazer a relação sexual e união, tocou-lhes em quase todos os pontos.(notas Para a Grécia, no Antigo Testamento, ver Javan. No Novo Testamento, "Greece" ocorre, mas uma vez- Atos 20: 2 -onde se distingue da Macedônia.William Arthur Heidel  )

 

fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com

 

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