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Lições antigas estudo e comentario Malaquis 1998
Lições antigas estudo e comentario Malaquis 1998

   MALAQUIAS O PESO E A URGÊNCIA DA MENSAGEM                        DIVINA LIÇÃO CPAD 2 TRIMESTRE 1998

LIÇÃO DE Nº 01

 

Texto-Áureo; “Porque, se anuncio o Evangelho, não tenho de que me envergonhar pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o Evangelho”, ( I Co 9.16).

 

Leitura Bíblica Em Classe; Ml 1. 1; Jr 20.8, 9 ; Rm 1. 14 – 17 ).

Ml 1. 1 = O peso da Palavra do Senhor, contra Israel pelo ministério do profeta Malaquias.

Jr 20. 8 = Porque, desde que falo, grito e clamo: violência e destruição! Porque se tornou a Palavra do Senhor um opróbrio para mim e um ludíbrio todo dia.

  1. 9 = Então, disse eu: Não me lembrarei dele e não falarei mais no seu nome; mas isso foi no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; e estou fatigado de sofrer e não posso.

Rm 1. 14 = Eu sou devedor tanto a grego como a bárbaro, tanto a sábio como a ignorante.

  1. 15 = E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o Evangelho, a vós que estais em Roma.
  2. 16 = Porque não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.
  3. 17 = Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como esta escrito mas o justo vive da fé.

 

INTRODUÇÃO;

 

A partir desta lição, passamos a conviver com um dos profetas mais enérgico do Antigo Testamento.

Sua mensagem foi tão essencial à sobre vivencia dos judeus que, sem ela teriam estes perecidos em sua incredulidade e indiferença, quanto a justiça e ao  amor de Deus.

Malaquias viu-se viu constrangido a entregar uma mensagem pesada à Israel.

Intimou a todos ao arrependimento – dos ministros do altar ao mais obscuro dos adoradores de Deus.

Sua mensagem continua a ecoar-nos aos ouvidos até os dias de hoje; Será!!! Mesmo!  

Não nos enganemos! Vivemos um período semelhante

Neste momento, o Senhor Jesus, através de seu Espírito conclama o seu povo a que se volte de imediato a uma vida de piedade, justiça, modéstia e temor.

A mensagem é urgente, se não ouvimos a voz do Espírito Santo as conseqüência disso logo virão, pois Deus não se deixa zombar.

 

  1. MALAQUIAS – A URGENCIA E O PESO DA MENSAGEM DIVINA.

 

  1. a Vida de Malaquias. Quase nada sabemos da vida de Malaquias, cujo nome em hebraico significa mensageiro de Deues; (ou meu mensageiro), os poucos informes que temos do profeta iniciam ter ele vivido no 5º séculos antes de Cristo.

Era originário provavelmente da tribo de Levi. Pelo menos é o que inferimos de sua intimidade com as coisas pertencentes ao culto divino, ( Mt 1. 7-13).

 

  1. Malaquias e seu tempo;

 

Malaquias foi chamado para profetizar, num dos momentos mais atribulados da história de Israel, ( Dn 9. 25).

Os judeus que havia retornado do exílio babilônico enfrentavam as mais amargas e duras provações, ( Ed 1. 11; Ne 1.1) Em conseqüência de seu sofrimento, começaram aduvidar do amor de Deus e questionar lhe a justiça.

Não bastasse tamanho ceticismo, portavam relaxadamente quanto ao culto divino;  davam-se as iniqüidades; e entregavam a opressão; já não ligavam a importância as virtudes domesticas, ( Ed 9. 1-15; Ne 5. 1 - 6).

Para combater tais pecados, Deus comissionou o profeta Malaquias.

Missão semelhante nós recebemos. Se o mundo jaz no maligno; levantemo-nos como Atalaia do Senhor, e conclamemos esta geração ao arrependimento, ( Ez 33. 1-20 ).

Mas como de ser a nossa mensagem?

É o que veremos a seguir.

 

  1. A MENSAGEM TEM DE SER BÍBLICA;

 

Nossa mensagem terá o peso necessário, para levar o mundo ao arrependimento se for essencialmente bíblica,.

Cabe-nos observar aqui a advertência de Isaias;

“Á lei e o testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva”, Is 8. 20).

Desventuradamente, o Cristianismo de nossa época vem sendo marcado por desvios e modismo doutrinários.

Nunca se torceu tanto as escrituras! Nunca se   criou tanto subterfúgios teológicos! Buscando fugir as suas responsabilidades espirituais vão os que se dizem crentes e salvos criando seus escapes; “Porque virá tempo em que não sofrerão a Sã doutrina; mas tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas concupiscência”,  II Tm 4. 3). 

As invenções teológicas são férteis.

Quem ainda não ouviu falar da teologia da prosperidade, da confissão positiva, da regressão espiritual. Não é necessário dizer que tais doutrinas acham-se divorciadas  das Sagradas Escrituras. Para combatê-las requer-se uma mensagem que tenha o peso da Palavra de Deus.

“Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir, em justiça para que o homem de Deus seja perfeitamente instruído para toda boa obra”, ( II Tm 3. 15).

 

I.A MENSAGEM TEM DE SER EVANGÉLICA;

 

Alem de bíblica, nossa mensagem haverá de ser também evangélica, ( Mt 28. 19, 20).

Pois nem todos os sermões bíblicos são genuinamente evangélicos e cristocentricos.

Vamos dar um exemplo; Se discorrermos sobre a história de Davi e não mencionamos a obra vicária de Cristo, nossa mensagem certamente será bíblica, mas não evangélica.

Os pregadores que mais êxito alcançaram tinham como dever a base de suas precações, melhor suas mensagens genuinamente evangélicas. Em nenhum de seus sermões deixaram de anunciar Jesus como Salvador de nossas almas, e de todo aquele que nele crer. O apostolo Paulo ressalta aos exigentes e inquiridores coríntios, o caráter de suas pregações; E eu irmãos quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria.

“Porque nada me propus saber, entre vos, senão a Jesus Cristo, e este crucificado” ( I Co 2. 1, 2).

Este foi o peso da mensagem de Paulo, ele pregava a Cristo e este crucificado.

Se a nossa mensagem não tiver o mesmo peso e a mesma urgência jamais alcançaremos o pecador que caminha a passos largos para o inferno.

Creio que assim como eu, ou com um grau muito maior Jesus já não tem prazer e nem apóia as mensagens sociais, políticas, e até com criticamente.

Ele Jesus exige uma postura autêntica, corajosa, e ousada, como a de Malaquias, e a de Ezequiel; “Mas tu lhes dirás as minhas Palavras, quer ouçam quer deixem  de ouvir, pois são casa rebelde”, ( Ez 2. 7; 3. 26, 27).

Foi assim que os nossos pioneiros mudaram a história religiosa de nossa nação. Sua   mensagem conquanto simples, causava impacto, tinha  um enorme peso: “Jesus Cristo salva batiza no Espírito Santo, cura as enfermidades e em  breve virá buscar sua Igreja!” 

 

  1. A mensagem tem que ser profética

 

Alem de bíblica, evangélica nossas mensagens terão de ser também proféticas. O que isto significa?

Significa que ela terá que fazer a diferença, ( Jr 1. 10; vejamos como diz o texto: “ Olha, ponho-te neste dia sobre as nações, e sobre os reinos para arrancares, para derribares, e para destruíres, e para arruinares; e também para edificares e para plantares, ( Jr 1. 10).

Terá haver suficiente peso a fim de revolucionar o mundo e manifestar a Glória de Deus.

 Ou se a Palavra de Deus não voltará vazia; “Assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes fará o que me apraz e prosperará naquilo para qual a enviei”, (Is 55. 11).

Para que a mensagem seja bíblica, evangélica e espiritual, precisa que seja ungida pelo Espírito Santo; “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para: Ensinar, para redargüir para corrigir, e para instruir em justiça, ( II Tm 3. 16).

Esta é a característica da pregação autenticamente Pentecostal.

Infelizmente, esse tipo de mensagem vem desaparecendo gradativamente de nossos púlpitos.

Hoje a palavra volta vazia, porque os  púlpitos estão vazios, não de pregadores; mas sim do peso profético da mensagem.

 

 

QUANDO O POVO DUVIDA DO AMOR DE DEUS

LIÇÃO DE Nº 02

 

TEXTO- ÁUREO; “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mais tenha a vida eterna”, ( Jo 3. 16).

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE; ( Ml 1. 2-5; Jo 3. 16).

 

Ml 1. 2 = Eu vos amei, diz O SENHOR; mas vós dizeis; em que nos amaste? Não foi Esaú irmão de Jacó?

Disse o Senhor; todavia amei a Jacó.

  1. 3 = E aborreci Esaú e fiz dos seus montes uma assolação e dei a sua herança aos dragões do deserto.
  2. 4 = Ainda que Edom diga; Empobrecidos somos, porem tornaremos a edificar os lugares desertos, assim disse o Senhor dos Exércitos:

Eles edificarão e eu destruirei e lhes chamarão termo-de-impiedade e povo-contra- o Senhor-está-irado-para-sempre.

  1. 5 = E os vossos olhos o verão, e direis: O Senhor seja engrandecido desde os termos de Israel

Jo 3. 16 = Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.

 

INTRODUÇÃO;

 

Hoje estudaremos sobre um povo que, apesar dos muitos benefícios recebidos de Deus, veio a duvidar de seu de seu amor.

Por isso é repreendido enérgica, mas ternamente, por Malaquias. Mostra-lhe o profeta que, não obstante sua ingratidão, continuava a ser objeto do amor de Deus, ( Sl 124. 1 – 8). Caso contrário teria já desaparecido como os povos que o Senhor destruíra quando da conquista de Canaã por Josué, Sl 135. 8 – 12). Para nós uma coisa só é necessária. 

Tomar-mos cuidado para não tomar o partido de Israel daquela ocasião, deixando de confiar no grande amor de Deus, nas horas das provações. Recusando-nos a aceitar que, neste mundo seremos afligidos. Não obstante o amoroso Deus está ao nosso lado.

 

  1. O QUE É O AMOR DE DEUS;

 

Numa de suas definições essenciais de Deus, afirmou João: “Deus é amor” ( IJo 4. 8). 

Embora a versão Almeida e corrigida ainda persista em usar a palavra caridade ao Ives de amor, não resta duvida de que esta última é a mais adequada e forte para designar a afeição que nos tem o Senhor.

O amor é o sentimento que mais possui implicações teológicas.

Sem ele, nenhuma aliança teria sentido; nenhum  testamento seria firmado sem ele, pois todos os atos de Deus são amorosos.

O amor é um atributo fundamental, e essencial, e  digo mais, moral de Deus:  do qual ele se da a revelar às suas criaturas, dispensando-lhes todo bem.

Foi com base nesse atributo que o Pai estabeleceu o plano de salvação, ( Rm 5. 8). 

( Já que demos um toque, sobre atributo moral de Deus,  que é o amor; gostaria de acrescentar um pouco mais).

Muitas características do Deus único e verdadeiro, especialmente seus atributos morais, têm certa similitude com as qualidades humanas; sendo, porém, evidente que todos os seus atributos existem em grau infinitamente superior aos humanos.

Por exemplo, embora Deus e o ser humano possuam a capacidade de amar, nenhum ser humano é capaz de amar com o mesmo grau de intensidade como Deus ama.

Além disso, devemos ressaltar que a capacidade humana de ter essas características vem do fato de nós sermos criados, a imagem de Deus, ( Gn 1. 26 e 27); em outras palavras, temos a sua semelhança, mas Ele não tem a nossa, Ele não é como nós.

 

(1) Deus é bom, ( Sl 25. 8; 106. 1; Tudo quanto Deus criou originalmente era bom;

(2) Deus é amor, ( I Jo 4. 8; seu amor é altruísta, pois abraçou o mundo inteiro, composto de humanidade pecadora ( Jo 3.16; Rm 5.8).

(3) Deus é misericordioso e clemente; ( Ex 34. 6; Dt 4. 31; etc. ). Ele não extermina o ser humano como merecemos devido nossos pecados, mas nos outorga o seu perdão como dom gratuito a ser recebido pela fé em Jesus Cristo.

(4) Deus é compassivo, ( II Rs 13. 23; Sl 86. 15; 111. 4). 

Ser compassivo significa ter tristeza pelo sofrimento de outra pessoa, isto é; do próximo, com desejo de ajudar.

(5) Deus é paciente e lento em irar-se, ( Ex 34. 6; Nm 14. 18; etc.

(6) Deus é a verdade, ( Dt 32. 4; Sl 31. 5; Is 65. 16; Jo 3. 33; Jesus chamou-se  a si mesmo “a verdade” Jo 14. 6, etc. ).

(7) Deus é fiel ( Ex 34. 6; Dt 7. 9; Is 49.7; Lm 3. 23; Hb 10. 23). Deus fará aquilo que Ele tem revelado na sua Palavra;

Ele cumprirá tanto as suas promessas, quanto as suas advertências Nm 14. 32-35; II Sm 7. 28; Jó 34. 12; At 13. 23, 32, 33; IITm 2. 13). 

A fidelidade de Deus é de consolo inexprimível para o crente, e de grande medo de condenação para todos aqueles que não se arrependem, nem crerem no Senhor Jesus, ( Hb 6. 4,8; 10.26-31).

(8) Finalmente Deus é justo, ( Dt 32.4; I Jo 1. 9).

Ser justo significa que Deus mantém a ordem moral do universo, é reto e sem pecado na maneira de tratar a humanidade Ne 9. 33; Dn 9. 14).

A decisão de Deus castigar com a morte os pecadores procede da sua justiça, ( Rm 6. 23; Gn 2. 16 e 17); sua ira contra o pecado decorre do seu amor a justiça, ( Rm 3. 5 e 6; Jz 10. 7).

Ele revela a sua ira contra todas as formas da iniqüidade, ( Rm 1. 18). Principalmente a idolatria ( I Rs14. 9, 15, 22 ), a incredulidade ( Sl 78. 21,22; Jn 3. 36; e o tratamento injusto com o próximo ( Is 10. 1-4; Am 2. 6 e 7).

Jesus Cristo que é chamado o “Justo” ( At 7. 52; 22. 14; 3. 14), também ama a justiça e abomina o mal, ( Mc 3. 5;Rm 1. 18; hb 1. 9). Note que a justiça de Deus não se opõe ao seu amor.

Pelo contrário, foi para satisfazer sua justiça que Ele enviou Jesus a este mundo, como sua dádiva de Amor, ( Jo 3. 16; I Jo 4. 9 e 10), e como seu sacrifício  pelo pecado em lugar do ser humano, ( ( Is 53. 5, 6; Rm 4. 25; I Pe 3. 18), afim de nos reconciliar consigo mesmo, ( II Co 5. 18-21).

A revelação final que Deus fez de si mesmo está em Jesus Cristo ( Jo 1. 18; Hb 1. 1-4),noutras palavras se quisermos entender completamente a pessoa de Deus, devemos olhar  para Cristo, porque nEle habita toda plenitude da divindade, ( Cl 2. 9).

... uma pagina e meia a mais  do nosso previsto, foi bom para nós, até para aprender-mos um pouquinho a mais sobre “os atributos morais de Deus. 

Voltamos a comentar Malaquias.

 

  1. PORQUE OS JUDEUS DUVIDAVAM DO AMOR DE DEUS

 

Por que foram os judeus induzidos a duvidar do amor de Deus?

A causa primária foi a incredulidade que lhes iam cegando de tal forma o entendimento, que já não podiam lembrar-se das alianças passadas nem das intervenções divinas em sua história, (Jr 2. 32).

Como atravessassem um dos períodos de maior declínio de sua história, entregaram-se de vez ao ceticismo  = ( Sistema filosófico, segundo o qual o homem não pode atingir a verdade absoluta; Doutrina dos que duvidam; estado de quem duvida de tudo; Incredulidade; descrença; etc.

Por que, sendo eles o povo de Deus, acham-se a enfrentar tão duras provas? Não haviam retornado de Babilônia afim de reconstruir a casa de Deus e os muros de Jerusalém?

Então por que as lutas? Será que não temos a mesma pergunta? Ou as mesmas duvidas subirem aos nossos corações?

Antes que respondamos à nós mesmo estas perguntas, quero que saibam uma coisa; Eu e você que me ouve, somos alvo do amor de Deus;   vejam : este é o nosso consolo: “O Senhor é bom, e fortaleza, no dia da angustia, e conhece os que nele se refugiam,Na 1. 7). 

Por isso não devemos nos entregar ao ceticismo.

Como um abismo chama outro abismo, ( Sl 42. 7), os judeus passaram a transgredir as leis divinas.

A estes momentos achavam que não valia a pena servir a Deus. Porque guardar-mos os seus mandamentos, se temos de sofrer tantas provações?

 Este tem sido o comportamento de muitos crentes, e até mesmo fazendo estas perguntas; leiam com atenção o Salmo 73.

Todavia não podemos esquecer, apesar da ardência das provas, o amoroso Deus não nos deixará ser tentados além de nossas forças, ( i Co 10. 13).

Em meio ao ceticismo dos repatriados, dá-lhe o Senhor uma prova de seu eterno amor.

 

III. Ao apresentar a prova de seu amor por Israel, o Senhor começa com uma declaração forte e única na História Sagrada: “Eu vos amei”, Ml 2. 1 ) Em que outro lugar da Bíblia faz Ele semelhante declaração? É o próprio Deus que esta dizendo: “Eu te amo”!

 

Este versículo é tão importante quanto Jo 3. 16; tido como o TEXTO – ÀUREO DA BÍBLIA;

A prova do amor de Deus por Israel consiste tanto em sua chamada quanto a sua preservação.

 

  1. A chamada de Israel; O povo hebreu foi escolhido dentre todas as nações da terra para ser uma herança peculiar de Deus, Lv 20. 26).

 

Pode haber prova de amor maior que esta? 

É o que lhes redargúi o profeta, Israel não era um povo grande nem forte, mas aprouve a Deus escolhe-lo, ( Is 43. 1).

De maneira tão especial foram os israelitas vocacionados para ser uma benção ás demais família da terra, ( Gn 18.18).

Querido irmão leitor, ouvinte, e todos os ouvintes do programa bom dia amigo, Deus também o amou de tal maneira que vos chama para ser uma bênção, isto um AMOR!

Sempre que você se achar abalado pelas intempéries e lutas, não se apavore. Deus o ama: Ele está no comando de todas as coisas.

 

  1. Preservação de Israel; A fim de mostrar quanto Deus ama o seu povo, o profeta Malaquias traça agora um paralelo entre a história de Israel e Esaú. Dois irmãos, todavia aprouve o Senhor amar um deles; o primeiro, Israel, e aborrecer a Esaú, ( Ml 1. 2, 3).

 

Nisto não há nenhum capricho divino, não podemos usar este exemplo para dar respaldo a doutrina da predestinação. Pois Esaú não veio a este mundo para ser odiado, nem Jacó para ser amado.

Mas cada um deles recebeu o justo tratamento de  Deus consoante as suas obras. 

Tendo em vista a disposição de ambos, resolveu, soberanamente, preservar a Israel, e apagar a memória de Esaú, ( Ml 1. 4).

 Malaquias, mostra aos judeus que, não fora o amor divino, eles de há muito tempo teriam desaparecido.

Assim como foi Sodoma e Gomorra! Bem o confesou Jeremias: “As misericórdia do Senhor são a causa de nós não sermos consumidos; porque as suas misericórdias não têm fim, ( Lm 3. 22). 

Tão grande é o amor de Deus por Israel que, apesar de suas muitas angústias e tragédias, o Senhor  não permitiu fosse ele extintos.

Hoje, quando nós voltamos para o Oriente Médio, louvamos a Deus pelo renascimento de Israel.

E quanto a Edom? Seu território não passa demorada de chaca

A seguir veremos como o Senhor manifestou o seu amor pela Igreja, e principalmente a você presado ouvinte e particularmente você, leitor.

 

  1. DEUS PROVA O SEU AMOR PELA IGREJA;

 

O Senhor Deus provou o seu amor pela Igreja, ou melhor por todo o mundo, enviando o seu Unigênito para nos resgatar de nossos pecados, ( Jo 3. 16).

Ao referir-se a este ato amoroso soberano de Deus.

Paulo faz uso de palavras fortes e indeléveis: “Mas Deus prova o seu amor porá conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” ( Rm 5. 8 ).

Não pode haver prova maior que esta! O apostolo apresenta-nos outro argumento irrecorrível: “Aquele que nem mesmo seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós,como nos não dará também com ele todas as coisas, ( Rm 8.32). Como duvidar do amor de Deus? 

Se antes os contemporâneos de Malaquias não tinham qualquer razão em questionar o amor divino, quanto mais nós!

Afinal, temos a verdade completa do evangelho.

A seguir constataremos as terríveis conseqüências advindas deste pecado: o questionamento do amor divino.

 

  1. AS CONSEQÜÊNCIAS DE SE DUVIDAR DO AMOR DE DEUS;

 

Duvidar do amor de Deus, é colocar em risco todos os benefícios da salvação.

Sem dúvida foi este o grande pecado de Israel.

Durante a sua trajetória pelo Sinai em direção de Canaã, outra coisa não fizeram senão murmurar contra o Senhor ( Ex 17 3). Aparentemente tratava-se de uam murmuração ocasionada por necessidades imediatas.

Na essência, porém, estavam os judeus questionando não somente o amor como a própria justiça divina.

Tão gravíssimo é este pecado que levou toda uma geração a cair no deserto, e a perder os benefícios da salvação. A advertência do autor da epístola aos Hebreus, é severa e não deve ser desconsiderada, vamos ler-las?

“Assim, pois, como diz o Espírito Santo: não endureçais os vossos corações, como foi na provocação no dia da tentação no deserto, onde os vossos pais me tentaram pondo-me a prova. E viram as minhas obras por quarenta anos. Por isso me indignei contra essa geração, e disse: Estes sempre erram no seu coração, eles também não conhecêramos meus caminhos”, ( Hb 3. 7-10).

O pecado de Israel foi chamado de ;a provocação do deserto. Tantas foram as murmurações dos israelitas, que acabaram por provocar a ira do amoroso, mas justo, Deus.

As suas transgressões não pararam aí; da provocação passaram a idolatria, Nm 25. 1- 18).

A murmuração, ou a duvida quanto o amor divino, recebe um outro nome, Coração endurecido. Vejamos mais esta advertência do sagrado autor; “Enquanto se diz: “Hoje, se ouvirdes a sua vóz, não endureçais o vosso coração, como na provocação” ( Hb 3. 15 ).

 

CONCLUIMOS, dizendo a nós mesmo; que sejamos agradecidos ao nosso Deus, pela visão da verdade que nos tem revelado, e que nas horas de provações não venhamos imitar Israel.

 

QUANDO É QUE OS HOMENS DESONRAM A DEUS

LIÇÃO DE Nº 03

 

TEXTO – ÁUREO; “Agora, diz o Senhor; porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam, serão envilecidos”, ( I Sm 2. 30).

 

LEITURA EM CLASSE: ( Malaquias; 1. 6 – 12).

 

Ml 1. 6 = O filho honrará o pai, e o servo ao seu senhor; e, se eu sou Pai, onde está a minha honra? 

E se eu sou Senhor, onde está o meu temor?

Diz o Senhor dos exércitos a vós , ó sacerdotes, que desprezais o meu nome e dizeis:

Em que desprezamos nós o teu nome?

V.7 = Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e dizeis : Em que te havemos profanado? Nisto, que dizeis:

A mesa do Senhor é desprezível.

  1. 8 = Porque, quando trazeis animal cego para o sacrificardes,não faz mal! E, quando ofereceis o coxo ou o enfermo não faz mal!

Ora, apresenta-o ao teu príncipe; terá ele agrado em ti? Ou aceitará ele a tua pessoa? Diz o Senhor dos exércitos.

V.9 = Agora pois, suplicai o favor de Deus, e Ele terá piedade de nós; isto veio da vossa mão; aceitará Ele a vossa pessoa? Diz o Senhor dos exércitos.

  1. 10 = Quem há também entre vós que feche as portas e não acenda debalde o fogo do meu altar?

Eu não tenho prazer em vós diz o Senhor dos exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oblação.

  1. 11 = Mas, desde o nascente ao poente, será grande entre as nações o meu nome; e, em todo o lugar, se oferecerá ao meu nome incenso e uma oblação pura; porque o meu nome será grande entre as nações, diz o Senhor dos Exércitos.
  2. 12 = Mas vós o profanais, quando dizeis: A mesa do Senhor é impura, e o seu produto a sua comida é desprezível.

 

INTRODUÇÃO;

 

Malaquias apresenta acusações contra os sacerdotes da terra.

 

(1) Eles desprezavam o Senhor, oferecendo-lhe animais aleijados ou doentes, o que contraria a lei de Deus ( Lv 22.22).

(2) Como crentes em Cristo devemos ofertar a Deus o melhor, que possuímos: Nossa vida inteira como sacrifício vivo Rm 12. 1;

O tempo que dedicamos a oração e o estudo da Bíblia, deve ser o orario nobre do dia, e jamais quando tiver cansado para fazer outras coisas.

(3) “A mesa do Senhor”, era usada para sacrificar os animais que traziam em oferendas pelos filhos de Israel.

No versículo 11;  Malaquias apresenta o tempo quando as nações adorarão a Deus com sinceridade e em verdade, ( Is 45. 22 – 25). 

O nosso Deus o Deus da Bíblia, será conhecido no mundo todo.

Esta profecia está sendo  parcialmente cumprida,

Com os missionários enviados até aos confins para anunciar o evangelho e Cristo.

Uma maneira de  demonstrarmos a genuinidade da nossa fé e em ajudar o sustento e manutenção das missões. 

 

COMENTÁRIO;

 

Se na lição passada encontramos o povo de Judá questionando o amor de Deus, nesta seremos constrangidos anti uma situação bem pior. De parar-nos-emos com os sacerdotes a desonrar o nome do todo poderoso Deus.

Ao invés de lhes santificarem  o nome de Deus, os ministros do altar em conseqüência de sua atitude ímpia e profana, induziam os judeus a si portarem irreverentemente diante do Senhor.

E isto estava trazendo a maldição à toda congregação hebréia.

Infelizmente, não são poucos os ministros do evangelho que em vez de glorificar a Cristo, desonram-no com a sua vida.

Embora se declarem homem de Deus, não passam de emissários de satanás.

Com a sua postura iníqua e sacrílega, vêm desviando a muitos da verdade.

Mas, cuidado! Deus não se deixa escarnecer.

 

  1. INSOLÊNCIA DOS MINISTRO DE DEUS;

 

Exteriormente os judeus tributavam a Deus as mais elevadas honras e deferências o chamavam-no  de Pai e de Amo.

Na pratica, todavia vinham profanando o seu nome.

Tal sacrilégio, desgraçadamente partia de quem mais deveriam zelar pela santificação do augusto e sublimado nome do Senhor: a classe sacerdotal, ( Ml 1. 6).

Não bastasse o seu descaso para as coisas de Deus, os sacerdotes faziam de desentendidos. Repreendidos pelo profeta, haviam-se com insolência; “Em que desprezamos nós o teu nome”? Desta forma Malaquias podia ver que eles o desprezavam a Deus, como Pai, e também como amo.

Será que os ministros de Deus de nossos dias não estão agindo da mesma forma em relação a Cristo de Deus? tratamos como Senhor e Mestre, Mt 7. 21; com as nossas ações, porém negamos tanto como Senhor de todas as coisas, tanto quanto o Mestre por excelência, ( Is 29. 13).

Preferimos seguir nossos próprios caminhos a submeter-se a sua soberania.

Persistamos nessa iniqüidade, e certamente pereceremos; o Senhor não negocia nem a sua glória, nem a sua soberania, ( Is 42. 8).

 

  1. O DESCASO DOS MINISTROS DE Deus;

 

Alem de sua insolência, vinham os ministro do altar quebrando escandalosamente os preceitos, leviticos, sobre o altar divino ofereciam pão imundo, ( Lv 21. 6).

Os sacerdotes também apresentavamanimais cegos defeituosos e enfermos, ( Ml 1. 7), contrariando abertamente a prescrição levitíca: “Nenhuma coisa em que haja defeito não ofereceis, porque não seria aceita a vosso favor.

O cego, ou quebrado, ou aleijado, o verrugoso, ou sarnento, ou cheio de impigens, estes não oferecereis ao Senhor e deles não poreis ofertas queimadas ao Senhor sobre o altar, ( Lv 22. 20,22).

Buscando justificar seu descaso, saíam-se eles com está desculpa amarela; “A mesa do Senhor é impura”.

Ora se a mesa ou o altar tornara impura, só havia um responsável: o sacerdote profano, insolente e ímpio que, embora fosse honrado como ministro de Deus, não passava de um agente do inferno na congregação dos santos.

Sua consciência achava-se de tal forma cauterizada que não ligava com mais nada, sobre as coisas sagradas.

Para nossa vergonha não são poucos os ministros e obreiro de modo geral, que invés de honrarem o evangelho de Cristo, insultam a Deus, apresentando-lhe, um pão imundo e profano. Eles lidam com a obra, com descaso, e relaxo, ( Jr 48.10). A Igreja, tratam-na como se fosse uma fonte de renda qualquer; usam-na como base de lançamento para as suas ambições mercantis e políticas, ( II Pe 2. 1 -  4 );

Quanto as ovelhas entregam-nas aos mercenários, quando são abandonadas pelos lobos, ( Jo 10. 12 ).

Esses obreiros da iniqüidade profanam não somente a Casa de Deus como a própria Cruz de Cristo. Seus corações são como diz o profeta: “Malvados”;

“Mas não ouviram, nem inclinaram os seus ouvidos, antes andaram cada um conforme o propósito do seu coração malvado; pelo que trouxe sobre eles todas as palavras deste conserto que lhes mandei que cumprissem, mas não cumpri – ram”, ( Jr 11. 8; 7. 24 ).

 

III. O DESAFIO AOS MINISTROS DE DEUS.

 

Como os sacerdotes persistissem em seu erro, lança-lhe o Senhor o desafio:

“Porque, quando trazeis animal cego para  o sacrifi – cardes, não faz mal! E quando ofereceis o coxo ou o enfermo não faz mal! Ora, apresenta-o ao teu príncipe; terá ele agrado de ti? Ou aceitará a tua pessoa? Diz o Senhor dos Exércitos”, Ml 1. 8 ). 

 Significa que aqueles sacerdotes estavam mais preo cupados em agradar os homens do que a Deus.

Eles já mais ousariam apresentar tais oferendas aos seus governadores.

No entanto compareciam diante do Senhor com ofertas imundas, e inaceitáveis.

Ai dos obreiro que se acham comprometidos com o mundo! Embora  tudo façam para agradar os poderosos, recusam a honrar aquEle que em cujas mãos acham –se toda autoridade – Cristo Jesus, ( Mt 28. 18 ). Por favor! Obreiro do Senhor, tu foste chamado para agradar a Deus, e não aos homens, somente a Deus; portanto não te embaraces com as coisas desta vida, ( II Tm 2. 4). Procura militar legitimamente, porque todos seremos chamados à prestar contas ante o Tribunal de Cristo, ( II Co 5. 10 ).

Naquele dia haverá muita vergonha e confusão.

Mas ainda da tempo, CUIDADO ! VOLTE AO PRIMEIRO AMOR! Não te envergonhe da cruz do Filho de Deus, ( F

l 3. 18).

 

  1. O APELO AO MINISTO DE DEUS.

 

É chegado o tempo de se dirigir apelos aps ministros de Deus a fim de que se arrependam de seus pecados;

 “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; se pois zeloso e arrepende-te, ( Ap 3. 19); 

Foi o que fez Malaquias aos sacerdotes do seu tempo: “Agora, pois suplicai a favor de Deus, e Ele terá piedade de nós; isto veio da vossa mão; aceitará Ele a vossa pessoa? Diz o Senhor dos Exércitos”, ( Ml 1. 9).

A situação é difícil, exige penitencia e reconciliação.

Quantos escândalos têm sido ocasionados por aqueles que deveriam ser exemplo dos fiéis, sendo irrepreensível em tudo:

Porque convém que o bispo seja irrepreensível como dispenseiros da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçosos de torpe ganância, ( Tt 1.7). Quantas blasfêmias os maus ministros não tem levados os gentios a proferirem contra o santíssimo Deus, ( Rm 2.24 ).

Volta ao Senhor arrepende-te de tuas más obras, seja de fato um homem de Deus e não um joguete na mão do diabo.

Caso contrario será rejeitado pelo Senhor.

 

  1. A REJEIÇÃO DOS MINISTROS DE DEUS.

 

O Senhor estava enfadado dos seus ministros que já não os suportava. Agora, deseja que alguém serre as portas do templo e não mais acenda o fogo do altar, ( Ml 1. 10 ).

Assim haveria menos iniqüidade, e o nome do Deus de Israel não seria mais profanado.

Será que Cristo não pensaria o mesmo maior parte das igrejas locais, como nações no passado?, 

Infelizmente há igrejas que, caso encerrassem suas atividades, pouco ou nenhum prejuízo trariam ao reino de Deus; não são a luz do mundo; não são o sal da terra; não ganham almas, não fazem missões.

Que prejuízo trariam se fossem fechadas? 

Mas isso não precisa acontecer necessariamente.

Enquanto há tempo clama por um avivamento, luta por um avivamento sadio.

Para um estudo sadio sobre pedir um avivamento, veja a Lição; “Conservado a chama do avivamento” que se encontra na apostila; “MANTENDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL”.

Já a tempo na tua tela.

Abre as portas afim de que o Senhor Jesus entre e passe a reinar sobre o rebanho que Ele te confiou.

Se não compreenderes a urgência divina, com certeza serás rejeitado pelo Senhor;

“Assim porque és morno, e não és frio nem quente vomitar-te-ei da minha boca” ( Ap 3. 16). 

Observem ainda o que o Deus de Israel disse aqueles sacerdotes;

“Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor dos Exércitos nem aceitarei da vossa mão a oblação”, ( Ml 1.10).

Quão tristes são estas palavras,! Representam elas a rejeição formal daqueles que deveriam ser conhecidos por todos como homens de Deus, e já não passam de obreiros da iniqüidade.

 

CONCLUINDO;

 

O Senhor, agora, deixa bem claro que, apesar do desleixo de seus sacerdotes, o seu nome haveria de ser glorificado além dos termos de Israel:

 “Mas desde o nascente do sol até o poente será grande entre as nações o meu nome, e, em todo o lugar, se oferecerá ao meu nome incenso e uma Oblação pura: porque o meu nome será grande entre as nações, diz o Senhor dos Exércitos, ( Ml 1.11 ).

Da mesma forma, cabe aos ministros do Evangelho de Cristo, e também a todos os crentes em Jesus Cristo, a elevada missão de Honrar, e glorificar o nome do Senhor, por intermédio de uma vida santa e digna, e plenamente voltada para a expansão do seu reino. AMÉM! E AMÉM!!

 

QUANDO OS OBREIROS CANSAM DE DEUS

Lição de nº 04

 

Texto – áureo; “Levantai-vos e andai, porque não será aqui o vosso descanso”, ( Mq 2. 10 ).

 

Leitura B. em Classe; Ml 1. 13,14; Jo 5. 17;I Co 15.57,58;

Ml 1. 13 = E dizeis que canseira! E lançaste ao desprezo, diz o Senhor dos exércitos: vós oferecerei o roubado, e o coxo, e o enfermo; assim fazei a oferta; ser-me-á aceito isto de vossa mão? diz o Senhor. 

  1. 14 = Pois maldito seja o enganador, que, tendo animal no seu rebanho, promete e oferece ao Senhor uma coisa vil; porque eu sou grande Rei, diz o Senhor dos Exércitos, o meu nome será tremendo entre as nações.

Jo 5. 17 =  E Jesus lhes respondeu, Meu pai trabalha até agora, e eu trabalho também.

I Co 15. 57 = Mas graças a Deus, que nos da a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.

V.58 = Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.

 

INTRODUÇÃO;

 

Nas lições passadas, podemos ver o desprezo com que tratavam os Sacerdotes e todo Israel da época de Malaquias tratavam as coisas de Deus, sobre o altar, ofereciam eles alimento imundo, e imolavam animais enfermos, coxos e cegos. Hoje, encontraremos estes mesmos ministros a se queixarem do culto divino.

Eles tinham o exercício de sua função com um enfado desonrando assim o Senhor dos Exércitos que os chamara á um ministério tão glorioso e sublimado.

Porque se portavam dessa maneira? Por causa de suas graves e continuadas iniqüidades.

O nosso texto bíblico de hoje, nos alerta exigindo que façamos um exame de consciência, a ver se não estamos incorrendo nas mesmas faltas. 

É chegada a hora de reavaliarmos o nosso ministério.

A quem estamos procurando agradar? Ao Senhor da Seara que jamais deixou de trabalhar? Ou a nós mesmos?

Em primeiro lugar, veremos o que tem levado o obreiro ao cansaço espiritual. 

 

  1. O OBREIRO CANÇA QUANDO PERDE A PERSPECTIVA DE SUA VOCAÇÃO;

 

Um dos maiores flagelos que vêm assolando os ministros do Evangelho é, sem duvida o desanimo.

Quantos missionários, pastores, evangelistas, tem abandonado sua lides alegando cansaço, enfado, e até estresse! Mas todo esse desalento que também atingia os sacerdotes da época de Malaquias tinha ou têm uma causa primária; a perda da perspectiva de sua chamada ministerial.

A partir do momento que o obreiro perde a sensibilidade espiritual de sua chamada, nada mais lhe resta.

Foi o que aconteceu com Eli, ( I Sm 3. 1 ).

Embora ministro achava-se alheio ao ministério; não mais ouvia a vóz de Deus.

O mesmo se pode dizer de Saul; apesar de reinar não agia como rei, 9 I Sm 16. 14 ).

Era ungido, mas essa unção era agora coisa do passado. 

Se o obreiro já não possuía a unção, como poderá haver com seu ministério? Falta-lhe a perspectiva da chamada, a urgência do Reino de Deus.

É por isso que muitos de nossos ministros estão se queixando como os sacerdotes do período da história sagrada do Antigo Testamento: “Eis aqui que canseira”, ( Ml 1, 13).

Se te sente cansado, roga ao Senhor da Seara que te renove a visão do serviço divino, ( Is 40. 31).

 

  1. O OBREIRO SE CANSA QUANDO PERDE A PERSPECTIVA DA OBRA DE DEUS.

 

Podemos levar também em conta a perspectiva sobrenatural da obra de Deus, sem a qual o obreiro perdendo o ritmo até ficar completamente exausto.

O que vem a ser esta perspectiva? É a visão da Igreja não como uma mera organização, mas como a agencia por excelência do Reino de Deus.

O obreiro deve ter em mente que;

 

  1. A obra é realmente de Deus; Este ponto é tão obvio é tão claro que até nos arriscamos a cair numa imperdoável redundância.

 

Toda via há muitos ministros de Cristo que já perderam esta perspectiva.

Esqueceram-se eles de que a obra, na qual acham-se empenhados, não é deles; pertence a Deus, ( Ne 6. 16 ) é um negocio divino.

Se perdermos tal perspectiva, ficaremos cansados até nos esgotarmos física, mental e espiritualmente.

Qual a razão desse esgotamento? Isto acontece porque ao invés de nos darmos ao Deus da obra, damo-nos à obra de Deus.

Esta inversão é tão rigorosa, é tão nociva, que acabara por minar-nos completamente as forças. 

É o que acontecia com o pastor de Éfeso, ele dava-se tanto a obra, que já não tinha tempo de se dar a Deus. E isto evidenciava uma só coisa; a perda do primeiro amor:

“Eu sei as tuas obras, eo teu trabalho, e a tua paciência, e que não pode sofrer os maus; e puseste a prova os que dizem ser apostolo e o não são, e tu achaste mentirosos. E sofreste, e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste. Tenho porém, contra ti que deixaste o Téo primeiro amor, ( Ap 2. 2 – 4 ).

A perda do primeiro amor é algo gravíssimo; leva a exaustão espiritual; e a exaustão espiritual induz-nos a soberba, e aos mais grosseiros pecados.

Se já perdestes o primeiro amor; arrepende-te agora.

Entrega-te ao Deus da obra; somente assim a obra de Deus prosperará em tuas mãos, ( I Rs 2. 3 ).

 

  1. A obra é o reino de Deus, Se em nosso ministério conscientizarmo-nos de que estamos trabalhando em prol da expansão do reino de Deus, jamais seremos vencidos pelo enfado e desalento.

 

O exemplo de Davi é mui significativo. Desde que ungido rei de Israel envolveu-se de tal forma nos negócios divinos, que jamais veio reclamar de seus encargos.

Pois sabia que estava a batalhar a batalhas do Senhor II Sm 5. 10; Ele entrava e saia com as forças de Israel, e as suas vitórias eram cada vez mais retumbantes.

Se te sentes enfadado e cansado, lembra-te que estás a batalhar não por teu império, mas pela expansão do reino de Deus. sempre que ganhares uma alma, ou discipulares uma ovelha, estarás rogando a Deus todo poderoso;

“Venha o teu Reino”, Mt 6.10; 

 

III. O OBREIRO SE CANSA QUANDO SE DEIXA CORROMPER PELO PECADO; 

 

Há um outro motivo, e este gravíssimo, que leva o obreiro a cansar-se da obra de Deus. Era o que acontecia com os sacerdotes do tempo de Malaquias; a pratica da iniqüidade, “E dizeis eis aqui que caseira! E lançastes ao desprezo, diz o Senhor dês Exércitos; vos ofereceis o roubado; e o coxo, e o enfermo assim fazei a oferta; ser-me-á aceito isto de vossa mão? Diz o Senhor” ml1. 13; Os tais ministros o altar do Senhor, sacrificando animais imundos; eram eles corruptos e corruptores.

Muitos são os obreiros que, que por causa de seus pecados inconfessos, acham-se estressados com as coisas divinas.

Estão sempre a queixar-se, já não suporta mais os encargos ministeriais.

Mas a origem de todas estas lamúrias e queixumes é uma só; a corrupção no ministério.

É claro que não estamos referindo-nos ao cansaço natural que nos acarretam as lides ministeriais.

Até o próprio Cristo estressava-se fisicamente, Jo 4. 6;

Neste caso a sabedoria recomenda-nos, auxiliares fiéis que nos ajudem levar a carga, e esta às vezes parece insuportável Ex 18. 14 – 23; Nossa lição porem, referem-se ao enfado espiritual que induz  o obreiro a aborrecer-se das coisas de Deus, e a preferir as do mundo. Este enfado é pecaminoso, fatal. Este é o enfado que tem como origem, a iniqüidade, 

Se o teu problema é a iniqüidade, roga o perdão divino, Ele quer renovar- te as forças.

 

  1. JESUS O OBREIRO PERFEITO;

 

Jesus foi o mais perfeito dos obreiros, que com perfeita e absoluta consumada perfeição exerceu os três ofícios: profeta, sacerdote, e rei.

Não obstantes as dores e paixões de seu ministério, afirmou: “Me Pai trabalha até agora e eu trabalho também”, ( Jo 5. 17 ). Imitando em tudo seu amado mestre, tornou-se Paulo um grande exemplo de trabalho. No cap. 11, de sua segunda epístola aos Coríntios, faz ele um inventário de seus esforços e angustias em prol do reino de Deus.

E nem por isso queixava-se como os contemporâneos de Malaquias. Ele sabia perfeitamente que o nosso trabalho tem em Cristo, uma fiel e eterna recompensa.

Se te sentes cansado, abatido, olha para o Senhor Jesus.

Quantos trabalhos e esforços não teve Ele de empreender até que todo cronograma de sua obra vicária fosse cumprido!

Em apenas três anos, toda a Judéia, formou uma operosa equipe, lançou os fundamentos da Igreja, ensinou, curou e fez maravilha.

Afirma João que todas as suas obras, fossem registradas o mundo todo, seria insuficiente para comportar tantos livros ( Jo 21.25 ).

 

  1. O GALARDÃO DO OBREIRO

 

Se o nosso trabalho em rol do reino de Deus é árduo o galardão que recebemos do Senhor, é eterno imarcescível, inaudito.

Foi o que Paulo deixou bem claro aos coríntios.

“Mas graças a Deus, que nos dá vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firme e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho, não é vão no Senhor”, ( I Co 15. 57,58 ).

O apostolo teria sobejas razões para reclamar de seu labor das profundas marcas de seu ministério e das muitas tribulações de sua chamada.

No entanto preferia ele gloriar-se na cruz de Cristo;

“Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus”, ( Gl 6. 17; ).

Sabes por que há tantos obreiros cansados e exauridos?

Porque já não gloriam no Imaculado Cordeiro de Deus.

Já não encontra mais prazer em se dar a obra de Deus, e ao Deus da obra. Também já se esqueceram que no tribunal de Cristo, todos seremos chamados a prestar contas, e não serão poucos os obreiros que se envergonharão naquele grande dia, ( I Co 3. 1 – 15 ).

 

C O N C L U I N D O;

 

QUE Deus nos dê mais e mais de sua graça à nós ministros e todos obreiros do Senhor para que não desfaleçam nossas mãos.

Se nós afadigamos, fazemo-nos pela obra de Deus, se nos esforçamos da mesma forma pelo Reino  de Deus.

O próprio Cristo nos deu um maravilhoso exemplo de trabalho e dedicação; em nenhum momento se ouviu Ele queixar do seu labor.

Não permitamos jamais que a canseira e o enfado espiritual nos roubem a glória do ministério. Se nos esforçamos, certamente Deus nos ajudará. Estamos concluindo a (quarta lição, e “a segunda mensagem de Deus à Israel, do livro de Malaquias. 

GRAÇAS A DEUS ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR, ( I Sm 7. 12 ).

 

OS SACERDOTES SÃO DISCIPLINADOS POR DEUS.

LIÇÃO DE Nº 05

 

Texto-Áureo; “Os céus e a terra tomo hoje, por testemunhas contra ti, que te  tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois a vida para que vivas, tu e a tua semente”, ( Dt 30. 19).

 

Leitura Bíblica Em Classe; Ml 2. 1 – 3; Dt 11. 26-28;

 

Ml 2. 1 = E, agora, ó sacerdotes, este mandamento vos toca a vós.

V.2 = Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o Senhor dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e já as tenho amaldiçoado, porque vós não pondes isso no coração.

  1. 3 = Eis que vos corromperei a semente e espalharei esterco sobre o vosso rosto, o esterco das vossas festas; e com ele sereis tirados.

Dt 11. 26 = Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição:

V.27 = A bênção, quando ouvirdes os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que hoje vos mando;

  1. 28 = Porém a maldição, se não ouvirdes os mandamentos do Senhor, vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conheceste.

 

INTRODUÇÃO;

 

Neste dia, estaremos mais uma vez acompanhando os sacerdotes contemporâneos de Malaquias.

Eles recebem agora em conseqüência de suas muitas e continuadas iniqüidades um ultimato do eterno Deus.

Caso não se arrependessem seriam inapelavelmente rejeitados; ficariam sem os seus privilégios; suas bênçãos haveriam de ser amaldiçoadas.

O Senhor já não mais suportava seus ministros.

 

  1. O QUE SÃO AS BENÇÃOS;

 

“Todo e qualquer bem dispensado por Deus aos que o temem. De acordo com o espírito de ambos os Testsmentos, as bênçãos somente podem ser ministradas mediante a aceitação dos termos das alianças e pactos divinos, cujas cláusulas acham-se claramente gravadas nas diversas seções das Sagradas Escrituras”. 

No pacto palestino, isto fica bem claro.

“Numa primeira instância, expõe o Senhor Deus, aos hebreus os termos do concerto: Israel haverá de ser-lhe uma nação exclusiva, sacerdotal, real e profética; tê-lo-iam sempre como seu Rei, ainda que a realeza fosse exercitada por um preposto. Obedecidas tais cláusulas, comprometia-se o Senhor a dispensar-lhes todas as bênçãos  inclusas no cap. 28 de Deuteronômio”

Se tais cláusulas fossem quebradas, nenhuma bênção ser-lhes-ia dispensadas,

Abater-se-ia sobre Israel as maldições que se encontram no Deuteronômio e nas outras porções da Bíblia.

 

  1. AS BÊNÇÃOS E OS PRIVILEGIO DA CLASSE SACERDOTAL;

 

Ora se o povo como um todo desfrutavam de tantos privilégios divinos, o que não diremos da classe sacerdotal.

Representavam os levitas uma herança particularíssima do Senhor, ( Nm 3. 41 ).

Eram os seus ministros, sua função era mais que sublimadas: levar os utensílios do Tabernaculo Nm 1. 51; acampar em redor da Tenda do Testemunho, Nm 1.53; 

Eles também atuavam como mestres e juízes em Israel, ( Dt 17. 9; 24. 8).

Enfim, ocupavam-se de todos os misteres divinos; “E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, na tenda da congregação e para fazerem expiação pelos filhos de Israel, para que não haja praga entre os filhos de Israel, e chegando os filhos de Israel ao santuário, ( Nm 8. 19).

Os levitas eram mantidos pelas demais tribos para que se dedicassem integralmente ao sacerdócio, ( Nm 18. 1, 24; Em Israel os integrantes da classe sacerdotal eram visto como a classe nobre da nação.

Num sentido tinham mais destaques e honrarias que o próprio rei. Se os seus privilégios eram grandes, não eram menores suas responsabilidades.

Deveriam portar-se como modelo de virtude, sabedoria espiritual e inteireza normal para toda a nação:

“Porque os lábios do sacerdote guardarão a ciência, e da sua boca buscarão a lei, porque ele é o anjo do Senhor dos Exércitos”, ( Ml 2. 7 ).

Como se corrompessem no exercício do ministério estavam prestes a serem expulsos da presença do Senhor dos Exércitos.

Será que o mesmo não está acontecendo com aqueles que se dizem ser chamados para Exercer uma excelente obra;

“Esta é uma palavra fiel; se alguém deseja o episcopado excelente obra deseja”, ( I Tm 3. 1 ).

Com o passar do tempo, muitos foram os que tornaram inimigos da cruz de Cristo, ( Fl 3. 18), obreiro da iniqüidade, ( Mt 23.    25).

Mercenários e acabaram por amar o presente século, ( II Tm 4. 10 ).

Os tais obreiros não ficarão impunes. Serão chamados a prestar contas diante do Justo Juiz; naquele dia haverá choros e ranger de dentes.

Grande será a confusão e a vergonha, ( I Jo 2. 28).

 

III. PORQUE A BENÇÃO É AMALDIÇOADA.

 

A resposta é mais que simples, todas as vezes que violamos o concerto do Senhor imediatamente desobriga-se Ele a no-las dispensar.

Isto fica bem patente no cap. 28, do Deuteronômio.

Se os israelitas cumprissem a lei e fossem fiéis ao Senhor seriam abençoados em todas as instâncias de sua vida

Doutra forma: teriam de arcar com as maldições descritas no Pentateuco.

Se o Senhor trata assim o povo, o que não fará com seus ministros?

A história subseqüente do povo judeu mostra que os sacerdotes muito sofreram devido a sua infidelidade, ( Lm 1. 19; 4. 13). Afinal como deixa bem claro o apóstolo, os mestres receberão duplicados castigos, ( Tg 3. 1).

Voltemos ao Senhor para que não retire Ele as bênçãos de nossos ministérios. Se isto acontecer, como nos haveremos diante do povo que nos confiou? O momento é de clamor e profundo arrependimento, ( Jl 2. 17 ).

 

  1. A OBEDIÊNCIA É O CAMINHO DA BÊNÇÃO;

 

O caminho da bênção é um só: a obediência, ( Dt 11. 22-24). Não há atalhos, nem  subterfúgio!

Se obedecermos a Deus, certamente seremos abençoados, se desobedecermos, nossas mais preciosas bênçãos serão amaldiçoadas.

A Palavra de Deus é clara; não comporta duvidas.

Por conseguinte, como ministros do Evangelho, procure - mos agradar ao Senhor, observando prioritariamente estes requisitos;

 

  1. Santidade: O Senhor exige que cada um se sés ministros sejam santo e irrepreensível, ( Ex 38.36; i Tm 3.2);

Chegou o momento de a Igreja de Cristo saber que os seus pastores e obreiros são homens sérios, comedidos e que se preocupam com a vida espiritual do rebanho; e eu cá nos meus botões pergunto; será que Deus vai ter este prazer?

Precisamos de homens comprovadamente chamados; homens de Deus.

O povo santo já não suporta o falso brilho dos astros e estrelas.

 

  1. Pregação integra, Nestes últimos dias, carecemos de obreiros que se proponham pregar a Palavra de Deus com integridade, coragem e profundo amor.

Ou seja: a Igreja reivindica pregoeiros comprometidos com todo conselho de Deus: “Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos; porque nunca deixei de vos anunciar todo conselho de Deus”, (  At 20. 27).

Ainda temos alguns especialistas, ou íntegros aos seus ensinos, e com sincero coração dedicados ao ensino da Palavra de Deus; porém,  ainda clamamos a Deus por homens: que deviam e devem observar os desígnios de Deus: 

 

  1. a) Capazes; At 6. 8;Tt . 5- 12;
  2. b) temente a Deus, Jó 1.1; Lc 2. 25;
  3. c) Homem de verdade; que aborrece a avareza; ( I Tm 3. 3; Pv 28. 16; II Tm 3. 2 – 5; Dt 1.5; e para um estudo melhor sobre o homem sitado acima vejam em tua tela nosso estudo:

 

“A CHAMADA DIVINA E AS QUALIFICAÇÕES DO OBREIRO.  ( homens que preguem e ensinam de maneira incorrupta, todos os desígnio de divinos Somente assim, haveremos de preparar a Igreja para o grande e terrível dia do Senhor, que é o dia do arrebatamento.

Sabias meu amigo, e você meu irmão, que Cristo estás as portas?

 

CONCLUINDO;

 

É necessário que os homens nos considerem bons dispenseiros dos mistérios de Deus, ( ICo 4. 1).s

Ajamos como tal; para que as nossas bênçãos não sejam amaldiçoadas. Amém!!!

( Daremos seqüência no próximo exemplar, pois só estamos na lição de Nº  05; pois são de 12 a 13.

Por isso ainda haverá  2º e 3º partes; fiquem na Pz e até la).

 

 

QUANDO DEUS RELEMBRA O SEU CONCERTO

Lição de Nº 06  (dia Nacional de Missões)  “8/ 8/ 1999”.

 

Texto–Áureo: “Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus que guarda o conserto e a misericórdia até mil gerações aos que amam e guardam os seus mandamentos”, Dt 7.9.

 

Leitura Bíblica Em Classe: Ml 2.4–9.

 

  1. 4 = Então sabereis que eu vos enviei este mandamento, para que o meu concerto seja com Levi, diz o Senhor dos exércitos.
  2. 5 = Meu concerto com ele foi de vida e de paz, e eu lhes dei para que me temesse, e me temeu e assombrou-se por causa do meu nome.
  3. 6 = A lei da verdade esteve na sua boca, e a iniqüidade não se achou nos seus lábios; andou comigo em paz e em retidão e apartou a muito da iniqüidade.
  4. 7 = Porque os lábios do sacerdote guardarão a ciência e da sua boca buscarão a lei, porque ele é o anjo do Senhor dos exércitos.
  5. 8 = mas vós vos desviaste do caminho, muitos fizeram tropeçar na lei; corrompestes o concerto de Levi, diz o Senhor dos Exercitos.
  6. 9 = Por isso, eu vos fiz desprezíveis e indignos diante de todo o povo, visto que não guardastes os meus caminhos, mas fizestes acepção de pessoas na lei.

 

INTRODUÇÃO;  O Senhor, agora, evoca os termos da aliança levíticas para reconduzir os ministros do altar a uma vida santa e comprovadamente piedosa.

Almeja Ele que os sacerdotes voltem a ser uma bênção à todo o Israel.

Como seria bom se nós os ministros de hoje seguissem o exemplo dos primeiros levitas que se dedicavam amorosamente e sacrificialmente ao serviço divino! 

Mas os levitas sem perceberem foram perdendo o primeiro amor. Mas neste momento, reaviva-lhes Deus de seu pacto. Será que também não precisamos ter a memória e o espírito avivados quanto aos objetivos do ministério cristão?

Ao que parece, muitos são os obreiros que já não se lembram porque e para que foram chamados, se de fato foi chamados. Isto pode ser fatal para tua vida. Lembra-te do primeiro amor. 

 

  1. O CONSERTO LEVITICO; VV. 4 – 6;

 

  1. 4 = Então sabereis que eu vos enviei este mandamento para que o meu conserto seja com Levi, assim diz o Senhor dos Exércitos.

 

Conserto na Bíblia é um acordo firmado entre Deus e o ser humano. Através deste pacto, ou aliança, o Senhor promete abençoar os que Lhe aceitam a vontade e guardam os seus mandamentos.

A base de todo conserto divino é o amor.

É um compromisso gracioso da parte de Deus, pelo qual Ele concede-nos imerecidos favores.

É a graça divina em ação. 

O conserto levitico continha cláusulas especiais era um conserto de vida e paz; Cap. 2.5.

Os sacerdotes tinham que ser escolhido da tribo de Levi. Deus usa a Levi e os seus fiéis descendentes como exemplo do que devem ser os ministros do altar.

Os obreiros dos nossos dias não têm temor suficiente para demonstrar, mas para que tenhamos vida, é necessário demonstrarmos as mesmas qualidades mencionadas nesses versículos: Amor e respeito a Deus, honestidades e retidão no viver; pregar a verdade e, mediante o exemplo, e ensinos, conduzir muitos á justiça.

Em Israel os levitas eram tidos como as primícias do Senhor, pois eram escolhido no lugar dos primogênitos de todas as tribos, Nm 3.45.

Todavia acarretavam-lhes uma grande responsabilidade.

Deveriam exercer o seu ministério com seriedade e profundo amor.

Tinham de ser o exemplo dos fiéis. Mas isto nem sempre acontecia, (I Sm 2.17).

Não bastassem os benefícios espirituais, aos levitas eram concedidos generosos estipêndios materiais: não tinham de se preocupar nem com moradia nem com sustento diário, Nm 18.30;35.2.

Sua única preocupação era com o serviço divino.

Através desta aliança, a tribo dispunha-se a dedicar-se inteiramente ao serviço divino, (Ex 32.28; Nm 3.12).

E Deus por sua parte propunha-se a dispensar-lhe  especiais deferências, Nm 1.50,51,53.

 

  1. AS OBRIGAÇOES DO MINISTÉRIO LEVITICO

 

O sacerdócio levitico era mui amplo; tinha muitos encargos. Eles atuavam como intercessores, juízes mestres, e condutores de Israel.

Como já o dissemos na lição passada em virtude de sua elevada posição e responsabilidades, eram considerados a classe nobre da saciedade hebréia.

 

Vejamos, pois, algumas das obrigações dos sacerdotes:

 

  1. Interceder Pelos Filhos de Israel;

 

Esta era a principal função do sacerdócio levitico – Atuava como intermediário entre Deus e o homem, Hb 5.1 e 2. 

Os levitas mediante a oferenda dos sacrifícios, fazia a expiação pelos pecados de Israel.

Isto duraria ate que o Senhor Jesus Cristo aparecesse, e assumisse, através de seu sacrifício vicário, o oficio de Sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.1–25).

Como seria maravilhoso, se nós obreiros nos dispuséssemos a orar pelos filhos de Deus!

Uma de nossas primeiras obrigações, como ministro do Evangelho, é interceder pelos que hão de herdar a vida eterna.

De que nos adianta destacarmos administradores e perdemos o privilégio como intercessores? (I Sm 12.23; At 6.4).

Se não oramos pelos filhos de Deus, como havemos de ser destacados como seus ministros?

Temos de voltar a suplicar pela Igreja de Cristo.

 

  1. Instruir os Filhos de Israel ns Lei de Deus;

 

Além das lidas sacrificiais os levitas atuavam também, como mestre em Israel.

“A lei da verdade esteve na sua boca, e a iniqüidade não se achou nos seus lábios; andou comigo em paz, e em retidão e apartou a muitos da iniqüidade”, (Ml 2.6).

Em várias etapas da história de Israel, destacaram-se eles como mestre consumados da Lei divina, (Dt 33.10; II Cr 17.7–9; Ed 7.10).

Os sacerdotes eram vistos em Israel como os grandes mestres e condutores do povo  de Deus.

“Porque os lábios do sacerdote guardarão a ciência, e da sua boca buscarão a lei, porque ele é o anjo do Senhor dos Exércitos”, (Ml 2.7).

O mesmo deveria acontecer com os pastores e o rebanho do seu aprisco.

O Senhor Jesus os constituiu para instruir a Igreja até que esta venha a alcançar a estatura da perfeição, (I Tm 3.1,2; Ef 4.8–11).

Tens edificado a Ireja que te foi confiada? Tens pregado a verdade, ou tem ensinado só o que o povo gosta, tens só ensinado aquilo que alegra o povo?

Eu te pergunto novamente, para onde tem ido tuas mensagens, quem sabe se somente 10 minutinhos, porque as cantarolas tomaram todo o tempo de uma verdadeira mensagem?

 

  1. Julgar o Povo de Israel;

 

Os levitas deveriam de igual modo julgar os filhos de Israel (Dt 17.9). Por conseguinte, deveriam eles agir com isenção e imparcialidade.

De igual modo, devemos agir.

Sejamos imparciais no trato com a Igreja de Cristo; no cap. 6 de sua primeira epistola, aos coríntios, recomenda-nos o apostolo Paulo, a que estejamos preparados a resolver todas as nossas questões.

Seria um opróbrio recorrer aos tribunais seculares quando temos a incumbência de julgar inclusive os anjos.

Resolvamos as nossas pendências com sabedoria, temor e misericórdia.

Pois o Senhor não nos ungiu apenas para conclamar a sua Palavra; Ungiu também para julgar e resolver nossas diferenças com base nas Sagradas Escrituras, nossa única regra de fé e pratica.

 

  1. A importância dos levitas;

 

Eram tão importante os levitas que, todo o Israel  via-os como dádivas: “E eu eis que tenho tomado vossos irmãos, os levitas, do meio dos filhos de Israel; a vós são dados em dádivas pelo Senhor, para administrar o ministério da tenda da Congregação” Nm 18.6 ).

Os obreiros Cristãos da atualidade, também somos considerados dádivas a Igreja. 

Você sabia? Ou não tem lido a Bíblia com atenção!

Veja o que Paulo nos escreveu: 

“Pelo que diz: Subindo  ao auto, levou cativo o cativeiro e deu Dons aos homens.

“E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para Evangelistas e outros para pastores e doutores”, v. 12; “querendo o aperfeiçoamento dos Santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo”, ( Ef 4. 8, 11,12). 

Ajamos, pois como perfeitas dádivas ao povo de Deus.

Zelemos pela santidade  e qualidade de nosso ministério.

 E que o Senhor Jesus seja eternamente glorificado através de nossos bons ofícios como seus despenseiros.

Não nos esqueçamos!

 Aqueles que do Senhor muito recebem, maior responsabilidade têm. 

E no juízo divino não serão tidos como inocente de não cumprirem  bem o Seu ministério.

 

III. A CORRUPÇÃO DO CONSERTO LEVITICO;

 

Durante várias gerações, foi a tribo de Levi um verdadeiro exemplo de piedade e dedicação a Deus.

Com o decorrer do tempo, porem, a classe sacerdotal deixou-se corromper, ( Jr 2. 8). Esqueceram-se da aliança  levitica, e do significado de seu ministério, ( Jr 5. 1 ).

 Diz o profeta Jeremias que os sacerdotes uniam-se aos falsos profetas a fim de corromper o povo. Não é o que vemos hoje?

Quantos pastores, não estão associando com os falso, e mercenários, Para explorar e roubar os santos!

As palavras de MALAQUIAS, também são fortes, não comportam duvidas; “mas vós vos desviastes do caminho, a mitos fizestes tropeçar a lei; corrompeste o conserto de Levi, diz o Senhor dos exércitos, ( Ml 2. 8 ).

O profeta esta dizendo que os sacerdotes haviam se desviado, e agora achavam-se a afastar os fiéis da verdadeira adoração. Isto significava o rompimento do Conserto levitico.

No julgamento os sacerdotes agiam com dois pesos e duas medidas. Estavam sempre a privilegiar os poderosos.

Façamos á nós também esse tipo de exame, e veja se você não estás sendo a sombras do sacerdotes corrompidos.

Não só com os poderosos, de anel, mas também com os familiares; como eram e faziam com TOBÍAS?

“Em tudo, te dá, por exemplo, de boas obras; na doutrina, mostra incorrupção, gravidade, sinceridade” ( Tt 2. 7 ).

 

  1. O CASTIGO DO SACERDÓTE;

 

Por causa do seu ímpio procedimento, os sacerdotes do tempo de Malaquias estavam para ser duramente castigados pelo Senhor; “Por isso, também eu vos fiz desprezíveis e indignos diante de todo o povo, visto que não guardastes os meus caminhos, mas fizestes acepção de pessoas na lei”, Ml 2. 9;

Para quem sempre tudo fora tido em alta estima achavam-se os sacerdotes, agora em opróbrio.

Aos olhos do povo eram desprezíveis, e reputados como mal feitores.

Que o mesmo não aconteça conosco! Sejamos fiéis ao Senhor Jesus. Vamos cumprir com dignidade o nosso ministério. Não nos deixemos vender pelo sinistro comodismo.

Sejamos incorruptíveis.

Podemos crer que O Santíssimo Deus, já não mais pode tolerar tantos obreiros desviados, mesmo aqueles que eram chamados o grande homem de Deus.

 Só não vou enumerar só os que eu sei ; para não empobrecer nosso trabalho. E honrando a presença do nosso Deus, porque só Ele Deus, tem esse direito.

Obreiros estes que não ligam qualquer importância ao conserto ministerial, pois estão sempre a pisar o Sangue da aliança.

CONCLUINDO;

Ainda é tempo de arrependimento, se porventura tem deixado o conserto do Senhor, aceita-o Jesus o Crucificado, como teu único e suficiente Salvador e Senhor da tua vida.   

Ele pode te guardar do comodismo, e da destruição do teu ministério.

 

 

QUANDO OS IRMÃOS AGEM DE FORMA DESLEAL.

Lição de Nº 07

 

TEXTO – ÁUREO; “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros, ( Rm 12. 10 ).

 

Leitura Bíblica em Classe; Ml 2. 10 – 12; Rm 12. 9 – 15;

 

Ml 2. 10 = Não temos nós todos um mesmo Pai?

Não nos criou um mesmo Deus? Porque seremos desleais uns para com os outros, profanando o conserto de nossos pais?

  1. 11 = Judá foi desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque, Judá profanou a santidade do Senhor, a qual Ele ama e se casou com a filha de deus estranho.
  2. 12 = O Senhor extirpará das tendas de Jacó o homem que fizer isso, o que vela e o que responde, e o que oferece dons ao Senhor dos Exércitos.

Rm 12. 9 = O amor seja não fingido.

Aborrecer o mal e apegai-vos ao bem.

  1. 10 = ama—vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.
  2. 11 = Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito servindo ao Senhor;
  3. 12 = Alegrai-vos na esperança, sede paciente na tribulação, perseverai na oração.
  4. 13 = Comunicai com os santos nas suas necessidades, sgui a hospitalidade.
  5. 14 = Abençoai aos que vos perseguem; abençoai e não amaldiçoai e não amaldiçoeis.
  6. 15 = Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.

 

COMENTÁRIO;  

 

INTRODUÇÃO; Em virtude das elevadas e santas leis que recebera do Senhor, deveria Israel arvorar-se como a mais justa e amorosa sociedade humanas Ex cap. 20; infelizmente não foi o que o profeta Malaquias constatou.

A sociedade judaica estava sendo corroída por um gravíssimo pecado a deslealdade. 

Os irmãos já não agiam como irmãos.

No âmbito domestico não havia respeito nem consideração aos VOTOS CONJUGAIS.

Os homens, principalmente os sacerdotes, REPUDIAVAM suas esposas hebréias e uniam-se às pagãs.

O senhor já havia cansado de tudo isso, Sua intervenção far-se-ia enérgica.

Caso os judeus não se arrependessem de seus gravíssimos pecados, seriam todos destituídos.

Responda com toda sinceridade à Deus; Não estamos vivendo em nossos dias situações idênticas.

Não podemos complacentes com os nossos pecados domésticos e sociais.

 O momento é de arrependimento e penitencia. É imperioso que voltemos no primeiro amor!

E se  não nos amarmos uns aos outros, como o querer da Bíblia, jamais poderemos ser contados entre os discípulos de Cristo 

 O Espírito Santo exige que a lealdade volte ser encontra - da tantos nos lares como na Igreja. 

Doutra forma, quem poderá subsistir a ira divina?

Os dias são maus; as trevas já encobrem o mundo;

Cristo em breve vem para arrebatar, transformar e glorificar a sua Igreja.

Mas é necessário que nos achemos fiéis e leais para que não fiquemos confundidos naquele grande dia, ( I Jo 2. 28).

  1. UMA CONGREGAÇÃO DESLEAL E HIPÓCRITA

A deslealdade começou alastrar-se por Israel a partir da classe sacerdotal. Assim constatou Malaquias. Nessa época o ditado era corrente e certeiro; “Tal o sacerdote tal o povo”.

Os adoradores sempre refletem as condições espirituais de seus pastores. Os ministros do altar eram de tal forma desleais, que o profeta teve que evocar-lhes os princípios mais elementares da fé mosaica para demovê-los de sua deslealdade.

Vejamos, pois o que vem a ser tal pecado.

  1. O que é a deslealdade; Entre os vários sinônimos dessa palavra podemos citar dois: falsidade e traição.

É o mesmo que infidelidade.

Temos aqui um dos mais graves pecados que se pode cometer contra o poderoso Deus; equivale a renegar-lhe a aliança e rejeitar-lhe os benefícios, ( Jr 2. 1 – 32; 11. 1 – 8 ).

Foi por causa da infidelidade que Israel se viu desalojado de sua formosa herança.

Acaso não temos nós também uma formosa herança?

O que dizer da grande salvação de nossas almas, do batismo no Espírito Santo? da paz que nos invade os ser mesmos nos momentos mais difíceis?

Sejamos, pois fiéis ao Senhor; somente assim poderemos podemos desfrutar de todos os benefícios de Seu  pacto, II Tm 2.13

 

2, Voltando aos princípios elementares; 

 

Embora ministros do altar e doutores na Lei de Deus, os sacerdotes são intimados a recordar os princípios básicos e elementares da Palavra de Deus;

 “Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus”? ( Ml 2. 10 ).

A resposta era mais que óbvia; todos sabiam que os seres humanos fomos criados por Deus, ( Gn 1. 26). 

Qualquer menino israelita o sabia. Entre o saber e a pratica, porém, ia todo um abismo. 

  1. A Grande Pergunta, Se todos proviemos de um só Deus; se temos todos um só Pai, pergunta o profeta;

“Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando o conserto de nossos pais?”, ( Ml 2.10 ).        

O Senhor Jesus, através de seu Espírito, está a fazer-nos a mesma pergunta.

Por que temos agido de forma tão desleais, uns para com os outros. Se Cristo entregou por todos nos, porque agiríamos de maneira diferente? Porque seriamos desleais?

A deslealdade é um pecado que não deve existir em nenhuma esfera de nossa vida.

Pois fiel é o sinônimo de crente; Mas o antônimo é desleal. Por conseguinte, ser desleal significa ser descrente e incrédulo.

  1. A DESLEALDADE DOMÉSTICA; Os sacerdotes, que deveriam ser um exemplo como esposo e chefe de família, portavam-se de maneira desordenada e ímpia. Despediam suas esposas hebréias e apegavam-se as mulheres pagãs.

Por isso intervém o profeta com tamanha energia;

“Judá foi desleal e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou a santidade do Senhor, a qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho, ( Ml 2. 11 ).

E nós? Como temos tratado nossas esposas, será que não estão passando o mesmo tipo de desgostos, através do comportamento dos pais de seus filhos? Companheiros; que Deus nos guarde, porque “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo”,

Porque falo do temos visto; que não são poucos os crentes que tem desprezado suas companhira da sua mocidade, Iludidos por aventuras fortuitas e egoístas e equívocas quebranta os votos conjugais; cuidado.

Não te esqueças; o senhor é testemunha entre ti e a companheira da tua mocidade.

Sê-lhe fiel deixa o engano; não permitas que o adultério contamine o teu coração.

Não te deixes levar pelas fantasias sexuais, nem pela concupiscência dos olhos. Ainda é tempo para recuperares a paz e a harmonia de teu lar.

Não permitas que satanás destrua tua felicidade.

Porque, no final de teus dias, somente poderá contar com o amor de tua esposa,

As que hoje te tentam com emoções proibidas e engano - sas estarão abrindo a cova na qual cairás.

Leiam os caps. “seis” 6; e “sete” 7; de Provérbios de Salomão. São lições que nenhum servo de Deus deveria esquecer, principalmente os obreiros.

E infelizmente, há muitos obreiros caindo nas armadilhas do diabo. ( II Sm 11. 1 – 27 ).

 

III. A DESLEALDADE SOCIAL; 

 

Alem da deslealdade domesticas os judeus também estavam se de forma desleal uns para com os outros.

Eles não mais cumpriam a sua palavra.

Eram infiéis nos contratos, emprestavam o seu dinheiro com usura, a semelhança dos ímpios, não cumpriam as normas trabalhistas, explorando escandalosamente os seus operários.

Haja vista o que o que aconteceu nos tempos de Neemias:

“Agora, pois, a nossa carne é como a carne de nossos irmãos, e nossos filhos, como seus filhos; e eis que sujeitamos nossos filhos e nossas filhas, para serem servos e até algumas de nossas filhas, são tão sujeitas que já não estão no poder de nossas mãos; e outros têm as nossas terras e nossas vinhas, Ne 5. 5;

Que situação lastimável! Ao invés de se firmarem como exemplo de justiça social, os judeus do tempo de Malaquias agiam como os iníquos e filhos de Belial.

Tal vez nem os ímpios agissem de tal forma.

Não nos esqueçamos de um preceito básico da vida cristã;

 “Porque vos digo se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no

Reinos dos céus” ( Mt 5, 20 ).

 

  1. UM CHAMADO AO AMOR FRATERNAL

 

É urgente e indispensável que nos voltemos ao amor fraternal. Se quisermos de fato ser conhecido como filhos de Deus, temos que cultivar o amor em sua mais elevada instância;

“O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”  Rm 12. 9, 10;

Se não nos amamos como o requer a Palavra de Deus, perderemos as nossas características como Igreja de Cristo. 

Pois o principal mandamento que nos deixou o Senhor Jesus, nosso divino Salvador é sem duvida o amor; “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo” Lc 10. 27; Basta cumprir este mandamento, para que toda a Lei e os profetas sejam rigorosamente observados.

Esta é a lei do amor e do espírito.

Quem ama, não despreza o seu irmão, nem o deixa passar necessidades.

COMCLUSÃO; A pergunta do profeta Malaquias continua a ecoar; “Não temos nós todos, um mesmo Pai? Porque seremos desleais uns para com os outros profanando o conserto de nossos pais? Ml 2. 10; De que forma responderás esta pergunta? Se tens agido deslealmente com tua esposa e filhos, chegou o momento de te arrependeres.

Ele Deus, deseja restabelecer as belezas de teu lar, tomando-o um vívido do céu.

Se não nos amarmos como exige a Palavra de Deus , como havemos de comparecer diante do Juiz de toda terra? 

 Pergunto eu teu conservo; terás coragem de falar com Deus como disse o salmista?

“Sonda-me, ó Deus, e conhece meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos;

E vê se ai em mim, algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno, ( Sl 139. 23,24).

Que o Senhor nosso Deus, nos ouve como ouviu o salmista.

QUANDO OS LAÇOS CONJUGAIS SÃO DISSOLVIDOS

Lição de nº 08

 

Texto-Áureo; “Porque o Senhor, Deus de Israel, diz que aborrece o repudio, e aquele que encobre a violência com suas vestes, diz o Senhor dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito e não sejais desleais, ( Ml 2. 16). 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE; Ml 2. 13 – 16; Mt 19. 3-9

 

Ml 2. 13 = Ainda fazeis isto: cobris o altar do Senhor de lagrimas, de choros, e de gemidos; de sorte que ele não olha mais para oferta, nem aceitará com prazer da vossa mão.

  1. 14 = E dizeis: Por quê? Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade com a qual foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu conserto.
  2. 15 = E não fez ele somente um, sobejando-lhe espírito?

E por que somente um? Ele buscava uma semente de piedosos; portanto, guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja desleal para com a mulher da tua mocidade.

  1. 16 = Porque o Senhor Deus de Israel, diz que aborrece o repudio, e aquele que encobre a violência com sua veste, diz o Senhor dos Exércitos; por tanto guardai-vos em vosso espírito e não sejais desleais.

Mt 19. 3; Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentan – do-o e dizendo-lhe: É licito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?

  1. 4 = Ele porém, respondendo, disse-lhes; Não tendes lido que, no principio, o Criador os fez macho e fêmea
  2. 5 = e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne.
  3. 6 = Assim não são dois, mas uma só carne, portanto, o que Deus os ajuntou não separe o homem.
  4. 7 = Disseram-lhes eles: Então, porque mandou Moisés dar carta de divórcio e repudiá-la?
  5. 8 = Disse-lhes Ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas ao principio não foi assim.
  6. 9 = Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada, também comete adultério.

INTRODUÇÃO; Estamos diante de mais um mau exemplo da classe sacerdotal de Judá.

Hoje, veremos como os ministros do altar comortavam-se no âmbito domésticos.

 Ao invés de ser um modelo aos demais chefes de família; maltratavam suas esposas, despediam-nas e depois casavam com mulheres pagãs.

Como se não tivesse acontecendo nada, compareciam ao santo templo para sacrificar ao Senhor.

O que não percebiam era que, com seu comportamento, encharcavam o altar sagrado com as lagrimas de suas companhei-ras repudiadas.

 E os obreiros de nossos dias porventura não têm imitado-os? Responda para Deus com sinceridade.

 O Senhor nosso Deus, ainda odeia o divorcio. 

 

  1. O MAU EXEMPLO DOS SACERDOTES

 

Se os sacerdotes, que eram ministro de Deus, podiam divorciar-se de suas esposas, porque não os demais homens?

Era a pergunta que todos faziam em Israel.

A situação estava de tal forma insustentável, que o hebreus estavam simplesmente mandando suas esposas embora para se casar com mulheres pagãs. Ne 13. 23 – 25). E isto colocava em risco a religião divina. Homens como Esdras e Neemias muito lutaram contra os casamentos mistos, (Ed 9. 1 – 15; Ne 13. 25).

Mas o que fazer quando o próprio ministro de Deus não o Exemplo?

 Como corrigir o povo se os ministros do altar se desviam e se corrompem?

 ( Posso pensar no sentido bíblico; que foi mais um motivo par Deus usar Malaquias como sendo o profeta mais enérgico da época, ao convidar o povo, começando pelos sacerdotes para o arrependimento). 

“Mas se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel, ( I Tm 5. 8 ). 

 

II O IDEAL MONOGÂMICO DO CASAMENTO 

 

Este é o ideal do casamento instiuído por Deus> monogâmico e indissolúvel; ‘Portanto, deixará o homem pai e mãe e unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne.

Assim não são mais dois, mas uma só carne.

Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem, Mt 19. 5, 6;

 

  1. Monogâmico. ( Ao ler este sobre nosso assunto alguém pode atrever em perguntar-me); É o casamento no qual o homem tem uma só esposa, e vice – versa, Como é que você me explicar a poligamia de homens piedosos como Abraão, Jacó e Davi?

Eu não mas a Bíblia diz que; o que fizeram foi por ignorância, não resta duvida de que era contrário à vontade divina.

Mas por causa da excepcionalidade daqueles tempos, o Senhor não levou em conta a ignorância desses homens, ( At 3. 17; 17. 30; O Santo de Israel jamais aprovou a poligamia; tolerava-a somente, vejam que os polígamos, porém, tiveram que amargar pesadas conseqüências.

 

  1. Indissolúvel. Além de monogâmico, é também indissolúvel, o casamento instituído por Deus; haverá de durar enquanto viverem os cônjuges.

Como seria venturoso se todos os casais ficassem juntos até que a morte os separassem! Infelizmente, o casamento, vem dissolvendo-se mui facilmente atémesmo entre o povo de Deus.

Quantos ministros de Cristo que, por motivo irrelevante, não estão a separar-se de suas mulheres! Com a sua atitude, vêm eles banhando de lagrimas de onde deveriam consolar os santos, ( Ml 2. 13).

O Senhor porém,  está atento a todas essas injustiças, e não permitirás que os opressores fiquem impunes.

 

III. A INTRODUÇÃO DO DIVORCIO 

 

Infelizmente a cada dia o numero de divorcio entre os cristãos, apesar de biblicamente permitido circunstanciais específica, traz irreparáveis conseqüências, tanto para os cônjuges como para os filhos. Vejamos qual o ponto de vista bíblico para esta questão tão grave. Ora se o ideal do casamento é a monogamia e a indissolubilidade, porque o Senhor permitiu o divórcio? Esta foi a pergunta que os contemporâneo de Jesus lhe fizeram, ( Mt 19. 7 ).

 

  1. A dureza de coração; Aparentemente tratava-se de uma questão teológica difícil, intrincada.

 

O divino mestre, contudo respondeu-a com uma impressionante simplicidade, “Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao principio não foi assim”, ( Mt 19. 8).

Apesar de simples, a resposta de Cristo tem mais implicações  do que podemos imaginar. 

Moisés permitiu que os hebreus despedissem suas mulheres com carta de divórcio por motivos essencialmente humanitários. 

Ou seja; para que os maridos não maltratassem nem tiranizassem suas esposas. 

Porque naquela época, apesar do caráter pesado, e nobilií –simo da Lei divina ´, ao homens tratavam suas mulheres como se fossem estas mero objetos.

Foi por isso que Moisés permitiu o divórcio.

Visava ele, assim, preservar a integridade física e moral daquelas pobre esposas que, tão logo perdia o viço e a beleza, passavam a ser espezinhadas pelos maridos que, na juventude, lhe jurava amor eterno, ( Dt 24. 1).

Infelizmente, não são poucos os maridos que se dizem servos de Deus, e que vêm  oprimindo suas esposas.

Alguns até as espancam e degradam-nas moralmente.

Não te enganes; O senhor é testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade.

Arrepende-te de teus pecados, e volta a tratar com amor a mulher que o todo poderoso Deus te deu por ajudadora e co-participante da graça divina;

“Igualmente vós maridos coabitais com ela com entendimento, dando honra a mulher como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações, ( IPe 3. 7 ).

 

  1. A única exceção para o divórcio; Ao publicar as instituições do Reino de Deus, o Senhor Jesus foi muito claro a respeito do divórcio.

 

“Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada, também comete adultério,  ( Mt 19. 9 ).

Doravante o casamento deveria ser encarado com mais seriedade e respeito pelos homens.

Antes bastava o marido aborrecer-se da esposa para dar carta de divórcio:

“Quando um homem tomar uma mulher, e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele fará escrito de repudio, e lhe dará na sua mão, e a despedirá de sua casa, ( Dt 24. 1).

Agora, porém o divórcio somente será permitido em caso extremo: a infidelidade conjugal.

Mesmo nesse caso, se haver lugar para o perdão não deve ser descartado.

Outro motivo como incompatibilidade de gênios, rotinas e perdas das chamadas emoções, são injustificáveis perante a legislação proclamada pelo Senhor Jesus.

O apostolo Paulo aponta outras razões igualmente justificáveis, ( I Co 7, 10 – 16 ). Ir além desses limites é abrir precedentes iníquos e perigosíssimos. Se teu casamento está sendo destruído pelas desavenças, ou desgastados pela rotina, saiba que há um poderoso antídoto contra esses males:

A devoção domestica, adora a Deus com a tua esposa e filhos, e verás que todos os problemas serão solucionados. Que o culto domestico seja restaurado em cada lar Cristão.

 

  1. ZELANDO PELA UNIDADE CONJUGAL;

 

Ao invés de facilitar divórcios injustificáveis, os ministros do evangelho bem fariam se ensinassem os casais a se amarem conforme recomenda a Palavra de Deus, (  Ef 5. 22 – 33).

Se agirmos doutra forma, estaremos banhando nossos púlpitos com as lagrimas das esposas e filhos repudiados por homens irresponssáveis que, em vez de assumir suas responsabilidades como chefe de família; vão em busca de aventuras pecaminosas e equívocas.

Deus não tolera tais coisas.

Preservemos as famílias, se a família for destruída, a Igreja perderá toda razão de ser.

 

CONCLUINDO;

 

Não importa se as leis do país facilitam a dissolução do casamento. Ajamos como filhos da luz! ( I Ts 5. 5).

E que a nossa justiça exceda a do mundo, ( Mt 5. 20 ). 

Pois esta  também é elaborada por causa da dureza dos homens ímpios e implacáveis.

O mesmo Deus que saiu em defesa das mulheres hebréias, na época de Malaquias, está atento a todas as nossas ações. Ele é o Deus que defende o fraco e o indefeso, Ele é justo e Santo! Se as leis humanas são discriminarias e falham, as de Deus jamais falharão.

Portanto, ajamos com cuidado e temor! 

Protejamos nossas esposas, e zelemos pela aliança que com elas firmamos na presença de Deus.

 

 

QUANDO DEUS SE ENFADA DE SEU POVO.

LIÇÃO DE Nº 09    

 

TEXTO – ÁUREO; “Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocausto e sacrifício, como em que se obedeça a palavra do Senhor?

“Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor é do que a gordura de carneiro”, I Sm 15. 22;

 

Leitura Bíblica  Em Classe; ( Ml 2. 17; Is 1. 11 – 19)

 

Ml 2. 17 = Enfadais ao Senhor co vossas palavras; e ainda dizeis em que o enfadamos? Nisto, que dizeis: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e desses que Ele se agrada; ou onde está o Deus do Juízo?

Is 1. 11 = De que serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o Senhor?

Já estou farto dos holocaustos, de Carneiros e da gordura de animais nédios; e não folgo com o sangue de bezerros, nem de carneiros nem de bodes.

  1. 12 = Quando vindes para comparecerdes perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viesses pisar os meus átrios?
  2. 13 = Não tragais mais ofertas debalde; o incenso é para mim abominação, e também as festas da Lua Nova, e os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar a iniqüidade, nem mesmo o ajuntamento solene.
  3. 14 = As vossas festas da Lua Nova, e as vossas solenidades, as aborrece a minha alma; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer.
  4. 15 = Pelo que, quando estender as suas mãos, escondo de voz os meus olhos, sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue.
  5. 16 = Lavai-vos, purificai-vos tirai a maldade de vossos atos, de diante dos meus olhos e cessai de fazer o mal.
  6. 17 = Aprender a fazer o bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa da viúva.
  7. 18 = Vinde, então, e argüi-me, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como o escarlate, eles se tornarão branco como a neve; ainda que sejam vermelhos como carmesim, se tornarão como a branca lã.
  8. 19 = Se quiserdes e ouvirdes, comereis o bem desta terra.

 

INTRODUÇÃO;  O formalismo religioso, sempre foi um tropeço para Israel; Mesmo antes do exílio babilônico, Isaías alertava os judeus quanto a esse pecado que, apesar das aparências, haveria de ser letal à nação. Pois levava os adoradores de Jeová a oferecer-lhe um culto vazio, periférico e destituído do amor que deve personalizar todo o verdadeiro filho de Deus.

 

  1. O QUE É O FORMALISMO,

 

O formalismo pode ser definido como a ênfase exagerada às formas externa da religião em detrimento da sua essência; a plena comunhão com Deus.

Também é conhecido como liturgismo e ritualismo.

É a liturgia pela liturgia. O formalismo foi muito combatido pelos profetas e por nosso Senhor, ( Is 29. 13; Mt 6. 1 – 6 ), por ser um obstáculo a expansão do Reino de Deus. A própria igreja católica, que ostenta um ritual pomposo e circunstancial condena o ritualismo, que em sua terminologia, é chamado Rubricismo por causas das letras vermelhas que, nos missais e breviários, indicam o modo de se recitar ou celebrar o oficio.

Não obstante tal preocupação, os católicos emprestam à liturgia importante exagerada.

E o mesmo vem acontecendo com algumas igrejas que se diz evangélicas, que invés de buscar o poder de Deus conforma com um culto vazio e sem a presença do Espírito Santo.

 

  1. O FORMALISMO NO TEMPO DE MALAQUIAS;

 

Hoje, encontraremos Malaquias combatendo o formalismo de seus contemporâneos. Apesar dos setenta de exílio em Babilônia, os judeus demonstram que pouco aprenderam com suas amargas experiências, pois voltaram a cair no mesmo erro de seus antepassados. O profeta então clama ao povo; intenta levá-lo a adoração do único e verdadeiro Deus.

Mas a nação parecia embriagada com o seu formalismo.

Olhando para nossos dias, eu PR, Lourival,dá para bem forte, enxergar o mesmo formalismo que aparentemente existia à nação israelita do tempo de Malaquias.

Sabem por que digo isto? Porque em nossos dias, não vejo ninguém melhor, ou pelo menos igual ao apostolo Paulo.

Leiam ,e releiam com atenção o cap, 7, da Carta aos Romanos; e vejam o que foi Paulo da sua convenção, até o versículo 24,  O cap, 7, principalmente, VV. 9 a 24; que a autobiografia dele. Por isso todo nosso cuidado é pouco; para  que não estejamos dirigindo o culto divino no mesmo sintoma dos judeus; um culto vazio

Se você não estiver mais adorando a Deus, em espírito e em verdade, voltemos sem tardar ao primeiro amor.

É tempo oportuno de voltar ao tempo de que o ministro do Evangelho, pastor e até presbítero quando abraçava alguém, cumprimentando, esse alguém recebia, ou melhor, era batizado com o Espírito Santo. ( Que saudades! Aleluia glória Deus!!! )

 

III. o FORMALISMO ENFADA A DEUS;

 

 O culto levitico foi constituído afim de que o povo adorasse a Deus de forma verdadeira e amorosa,( Lv 20. 7 ).

Os seus vários sacrifícios, oferenda e oblações deveriam ser subentendidos como figuras dos bens futuro, Hb 9. 11). 

Infelizmente os israelitas passaram,  com o decorrer do tempo, a adorar a própria adoração. Ou seja, acabaram por considerar o culto superior o adorado – Deus. Isto trouxe-lhes considerados prejuízos.

Haja vista o que aconteceu com a serpente de bronze, que deveria lhes servir como símbolo da redenção e foi Por eles adorada, Nm 21. 8; II Rs 18. 4).

 O formalismo de tal forma contagiou os judeus que, no templo de Jeremias, eles passaram a considerar o Templo do Senhor, mais importante do que o próprio Senhor do Templo, ( Jr 7. 4). O mesmo se pode dizer da Arca da Aliança, ( Jr 3. 16 ).

Essa inversão de valores levou os judeus que lhes bastava sacrificar ao Senhor, e tudo estaria bem, independentemente de sua condição moral e espiritual. Nessa época, aliás era Judá uma nação, notoriamente iníqua, Jr 3. 1 – 15;

Assim é o cristianismo meramente nominal. Acredita que o seu credo, ortodoxia, história e costumes são suficiente para manter as bênçãos da graça.

Não basta ser pentecostal, é necessário ser cheio do Espírito Santo.

Não basta ser ortodoxo, é preciso acreditar na Palavra de Deus, e obedecê-la incondicionalmente.

Não baste ter uma linda história, é necessário prosseguir como um movimento do Espírito; caso contrário; ficaremos estagnados como uma denominação burocrática e que se basea só na experiência.

 Não basta ser Igreja é necessário que sejamos Reino de Deus e corpo de Cristo. 

Se não buscarmos agora, o avivamento, o Senhor Deus se enfadar-se a de nós. Como aconteceu com seu povo no tempo de Isaías, e de Malaquias. Ml 2. 17;

 

IV, O FORMALISMO DESTRÓI A ESPIRITUALIDADE DA IGREJA; 

 

Algumas igrejas acham que basta-lhes, a ortodoxia doutrinária para serem tidas como Reino de Deus.

Haja vista a igreja de Efeso.

Em todo o Novo Testamento,  não havia igreja mais Ortodoxia que essa. No entanto, já não possuía o primeiro amor, ( Ap 2. 4 ).

Alem da ortodoxia doutrinária, a Igreja haverá de ser o templo de Deus vivo, e a morada do Espírito Santo, ( I Tm 3. 15 ).

Doutra forma será que ser destruída pelo formalismo inerte. 

Se a Igreja não viver de avivamento em avivamento; se não voltar ao cenáculo; se não reviver a realidade do pentecostes, acabará por ser, absolvida por um frio estereotipado. E não demorará muito a deixar de existir.

Porém, para evitar esses tipos de problemas, e mais alguns imprevistos; na tela da tua “INTERNET” , você tem sadios recursos  para reviver um genuíno ‘PENTECOSTE.

Temos os seguintes estudos;

“AS VERDADES PENTECOSTAIS”;

“SEQÜÊNCIAS EM AS VERDADES PENTECOSTAIS”;

“MANTENDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL”;

Não precisa sentir  humilhado; principalmente os Ministros (do meu Estado, S. P.).

Foi para isso que Deus me colocou na “Internet”; para vos ajudar-lhes; Tenham certeza disto.

 

  1. O FORMALISMOGERA A INIQÜÍDADE;

 

Além de destruir a espiritualidade da Igreja,o formalismo sempre acaba por gerar iniqüidade e gravíssimos pecados.

O que aconteceu a Israel, e a Judá, nos tempos dos profetas Oséias, Amos, Isaías e Jeremias, repetem-se hoje nas igrejas que se deixaram nominar pela frialdade e indiferença espirituais.

O formalismo leva a Igreja perder as características de corpo de Cristo, ( I Co 12, 27).

E de repente, deixa ela de  ser o órgão por excelência da comunhão dos santos para tornar-se num ajuntamento de pessoas.

E o pior torna-se um grupo que vai aprofundando as diferencias sociais e a acepção de pessoas, ( Tg 2.1).

E o que é isto senão iniqüidade pecado?

A Igreja verdadeiramente espiritual e avivada destaca-se também como agência de justiça social. Pois têm como lei suprema o amor que o Senhor Jesus nos dispensou, 9 Rm 12. 10 ).

A Igreja de Cristo não precisa imiscuir-se politicamente para promover a justiça social. Ela só precisa viver a Palavra de Deus, socorrer os domésticos na fé e amparar os que afadigam no magistério eclesiástico, ( Gl 6. 10; I Tm 5. 17).

Em suma a verdadeira Igreja avivada pratica a verdadeira religião; “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas, nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo”, Tg. 1. 27;

 

  1. SOMENTE UM ANTÍDOTO CONTRA - O AVIVAMENTO;

 

Existe somente um antídoto contra o formalismo.

E parece que os pentecostais já nos esquecemos disto.

O antídoto é um avivamento continuo, eficiente e que tem a Palavra de Deus como a regra áurea, ( Is 8. 20 ).

Temos que voltar as nossas origens precisamos retomar a simplicidade da mensagem pentecostal:

Jesus Cristo Salva, batiza no Espírito Santo, cura as enfermidades, opera maravilhas e em breve vem nos buscar, para que estejamos para sempre com sigo. Não temos de ficar importando modismo, e pseudo – avivamento, pois estes só trazem confusão e irreverência á casa de Deus.

Também não podemos transformar nossas igrejas em casas de espetáculo, onde se apresenta muitas vezes pregadores e cantores destituídos da graça divina para fazerem SHOW

O avivamento de que precisamos, prima pela obediência as Sagradas Escrituras, investe nas missões, promovem o evangelismo pátrio, torna a igreja mais santa, e leva os pastores a se preocuparem muito mais com o Reino de Deus do que com seus impérios particulares.

A Igreja avivada mantém-se vigilante, e sabe que a qual – quer momento o Senhor vira buscá-la.

 CONCLUÍNDO;  Como você se sentiria diante da igreja sentindo que Deus o haveria enfadado de nós? O que restaria se nos deixássemos de ser o seu povo, e nos fizéssemos um mero ajuntamento de pessoas?

Queridos obreiros do Senhor; Não permitamos que isso venha acontecer. Deixamos de lado o formalismo; busquemos o avivamento.

É hora de voltarmos ao cenáculo, os tempos de refrigério já chegaram.

 

 

A VINDA DO SENHOR PRECEDIDA PELO SEU ANJO

LIÇÃO DE Nº 10

 

Texto – Áureo = “Sede vós também pacientes, fortalecer o vosso coração, porque já a vinda Do senhor está próxima”, Tg 5. 8;

 

Leitura Bíblica Em Classe; Ml 3. 1 – 5; I Ts 4. 13 – 18;

 

Ml 3. 1 = Eis que eu envio o meu anjo que preparará o caminho diante de mim; e, de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós desejais; eis que vem, diz o Senhor dos exércitos.

  1. 2 = Mas quem suportará o dia da sua vinda?

E quem subsistirá quando ele aparecer? Porque Ele será como o fogo do ourives, e como o sabão dos lavandeiros.

  1. 3 = E assentar-se-á, afinando, e purificando a prata; então, ao Senhor trarão oferta em justiça.
  2. 4 = E a oferta de Judá e de Jerusalém será suave ao Senhor, como nos dias antigos e como nos primeiros anos.
  3. 5 = E chegar-me-ei a vós para Juízo, e serei uma testemunha velos contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o jornaleiro, e pervertem o direito da viúva, e do órfão, e do estrangeiro e não me temem diz o Senhor dos Exércitos.

I Ts 4. 13 = Não, quero, porém, irmãos, que sejais ignorante acerca dos que já dormem, para que vos não entristeçais, como os demais que não tem esperança.

  1. 14 = Porque se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem Deus os tornarás a trazer com Ele.
  2. 15 = Dizemos-vos, pois, isto pela Palavra do Senhor; que nós os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
  3. 16 = Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro;
  4. 17 = Depois, nós, os ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.
  5. 18 = Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

 

INTRODUÇÃO;

 

Nesta lição, Malaquias deixa  momentaneamente  os problemas que ameaçam sufocar a comunidade judaica pós-exílica, e passa a enfocar um assunto escatológico da maior importância; a vinda do Cristo.

O profeta refere-se não apenas não só ao seu primeiro advento, enfoca de forma eloqüente a sua vinda escatológica.

Essa expectativa deveria levar os judeus a se tornarem mais piedosos e visando quanto a manifestação do Reino de Deus.

Cap. 3. 1 – 5; O anjo do conserto; Este anjo é  a Bíblia quem o diz, é Jesus, o Messias.

Neste trecho, são mencionadas, a primeira e segunda vinda de Cristo são unidas em uma só profecia.

O cumprimento final desta profecia, dar-se-á na segunda vinda de Cristo, Ele então, purificará v. 3; e julgará a Israel, V. 5; e expurgará todos os ímpios do país.

Somente os justos hão de permanecer até o fim, Is 1. 25; Ez 22. 17 – 27:

Vigilante, e prudentemente devemos estar na espera pela vinda de Cristo. 

 

  1. ALGUÉM PERGUNTA : O QUE É SEGUNDA VINDA DE CRISTO?

 

  1. E a Bíblia define; “volta pessoal do Senhor Jesus a terra, que de acordo com o que podemos concluir das Escrituras do Novo Testamento, dar-se-á em duas fases distintas;

Na primeira, virá Ele arrebatar os santos, I Ts 4. 13 – 17;

Na segunda há de vir com os santos para destruir o sistema criado Anticristo durante a septuagésima semana libertar Israel dos seus adversário e implantar o Reino de Deus; Ap 20. 2 – 7;

 

  1. A vinda de Cristo com a parousia;

 

A vinda do Senhor Jesus é descrita também como a parousia.

“No mundo greco-romano, o termo era usado para descrever a visita oficial e solene de um príncipe a determinado lugar.

O anuncio da chegada do potentado obrigava os cidadãos desse lugar a se prepararem devidamente para que nada saísse errado.

Tendo em vista tão alto significado, o vocábulo passou a ser usado pelos escritores sacro, para descrever o glorioso retorno de Cristo para buscar sua Igreja ( I Co 15; ITs 4).

“ Se os antigos esmeravam-se para a chegada de seu príncipe, porque iríamos nós, os redimidos mostrar-nos descuidados quanto a vinda do Rei dos reis e Senhor dos senhores”.

 

  1. a importância da doutrina;

 

O evento é largamente tratado pelos profetas, tanto do Antigo como do Novo Testamento. Há pelo menos, trezentas ( 300 ) referências acerca da segunda volta de Cristo.

“Se devemos aquilatar a importância de uma doutrina pelo destaque que lhe é dado nas Escrituras, então o Segundo advento de Cristo, é realmente uma das doutrinas mais importantes da fé cristã.

Nota-se particularmente esse realce nas profecias do A. T. onde há muito maior numero de previsões da segunda vinda, do que da primeira.

 

  1. A IMINÊNCIA DA VINDA DE JESUS;

 

Se o profeta Malaquias, já encarava eminente a volta de Cristo Jesus, como devemos nos agir, nós que vivemos nos últimos dias?

A Palavra de Deus é clara; Jesus está as portas; não podemos brincar de ser crentes, nem especular quanto a esta verdade.

As passagens da iminência são fortíssimas; não comportam duvidas.

 

  1. Passagens da eminência;

 

São trechos tanto do A. T. como do N. T, que realçam a brevidade e o inesperado retorno de Cristo Jesus para arrebatar sua Igreja.

Eis algumas passagens da iminência:

“Porque vos mesmo sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite”; ( I Ts 5. 2 ).

“Mas vós, irmãos, não estais mais em trevas, para que aquele dia como ladrão não venha e te surpreende. I Ts 5.4;

Mas o dia do Senhor virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão  e a terra, e as obras que nela há se queimarão”, ( II Pe 3. 10 ).

“Lembra-te, pois  do que tens recebido, e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te”. 

“E se não vigiares virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora virei sobre ti”, ( Ap 3. 3 ).

“Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda os seus vestidos, para que não Andes nu e não se vejam as suas vergonhas, ( Ap 16. 15 ).

Estas e outras passagens de igual teor têm como objetivo alertar o povo de Deus com respeito à iminência do retorno de Cristo.

Pois o Senhor não quer que nenhum de seus filhos fiquem envergonhados e confusos naquele grande dia.

 

  1. Encarando com sinceridade a promessa da segunda vinda de Cristo.

 

A promessa da segunda vinda de Cristo,  a que mais sofre ataque dos incrédulos como adverte o apostolo Pedro:

“Amados, já é esta a segunda carta que vos escrevo; em ambas as quais desperto com exortação  o vosso ânimo sincero;

Para que vos  lembreis das palavras que dantes foram ditas pelos santos profetas, e do mandamento do Senhor e Salvador, mediante os vossos apóstolos.

Sabendo primeiro isto; que nos últimas dias, virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupsciências.

E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais  dormiram todas as coisas permane- cem como desde o principio da criação, ( II Pe 3. 1– 4 ). 

O mesmo apostolo discorre agora a cerca da essência da promessa;

“Pois eles ( os incrédulos) de propósito ignoram isto que pela Palavra de Deus, já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água, e no meio da água subsiste. 

Pelas tais coisas pereceu o mundo de então, coberto pelas águas do dilúvio.

Mas os céus e a terra que agora existem, pela mesma palavra, se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios.

Mas vós amados, não ignoreis uma coisa; que um dia para o Senhor é como mil anos e mil anos como um dia. 

O Senhor não retardará sua promessa, ainda que alguns a teem por tardia; Porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham ao arrependimento.

Mas o dia do Senhor virá como ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos ardendo se desfarão; e a terra e as obras que nela há se queimarão, ( II Pe 3. 5 – 10).

 

III. COMO DEVEMOS NOS PREPARAR PARA A VINDA DE CRISTO;

 

Eis alguns cuidados especiais que os crentes devem tomar em virtude da iminência da vinda de Cristo:

 

  1. Manter a flama da abençoada esperança que é a convicção de que o Senhor Jesus, estás as portas;

 

“Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus, e Salvador Jesus Cristo, ( Tt 2. 13 ).

 

  1. Guardar o que recebeu como resultado do chamamento do Evangelho;

 

“Venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém toma a tua coroa”, ( Ap 3. 11 ).

 

  1. Manter-se puro no mundo corrupto e que jaz no maligno;

 

“E todo o que nele tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, assim como Ele é puro” I Jo 3. 3;

 

  1. Amar a vinda de cristo;

 “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”, II Tm 4. 8;

  1. Trabalhar enquanto é dia; Importa que façamos as obras daquele que me enviou enquanto é dia; vem a noite, quando ninguém pode trabalhar”, Jo 9. 4;

 

  1. Manter-se cheio do Espírito, pois a mensagem última da Bíblia, com menção da Igreja é : “O Espírito e a esposa dizem: Vem”, Ap 20. 17 – 20;

Tais preparações são imprescindíveis, sem elas haverá apenas tristeza, vergonha e confusão naquele dia grande dia. Mas para os que aguardam a vinda de Cristo tal expectativa deve levar-nos a um constante avivamento.

 

  1. EXPECTATIVA DA VINDA DE CRISTO DEVE LEVAR-NOS A CUMPRIR A GRANDE COMISSÃO;

 

A expectativa da volta de Cristo há de levar a Igreja ao cumprimento urgente e zelo dos itens da grande comissão.

( Evitemos, pois estas duas posições extremista; a escatofobia, e a escatomania).

 

1.Escotofobia;

 

Leva o crente a ter medo das ultimas coisas. Há pessoas que sentem pavor ante a expectativa da volta de Cristo; até mesmo muitos obreiros.

Vejam o que o discionário Teológico nos apresenta;

Pavor mórbido de se discutir  ou ensinar a doutrinadas últimas coisas, porque tal pavor? Eis algumas das razões: afastamento dos padrões bíblicos, pretensas dificuldades concernente a escatologia; e por achar que a doutrina das últimas coisas, não traz qualquer resultado pratico a Igreja.

 

  1. Escatomania;

 

Da mesma forma nós aplicamos as muitas pessoas envolvendo maior parte obreiros que se dizem serem homens de Deus, que diante da iminência do retorno de Cristo, não mais se empenham na expansão do Reino de Deus.

Tornam essas pessoas até desleixado quanto a vida pessoal. Mas não devemos agir assim, O Senhor Jesus insta-nos a que estejamos sempre vigilantes e sempre trabalhando em sua obra. 

( Sendo assim, eu de minha parte, fasso como Jesus; insto-te para que de Bíblia aberta, olha para Jesus, e depois para a tela do teu computador. Que temos, (79) paginas de Uffíce, com ( 26. 443) palavras acerca da iminente volta de Jesus, onde você aglobado nessas muitas pessoas poderá achar refrigério.

Mas de Bíblia aberta.

“ O Estudo das Últimas Coisas”; 1ª, 2ª, 3ª e 4ª parte  e que Deus-o ilumine para ensinar, e aguardar vigilante sua, vinda.

A doutrina das ultimas coisas não visa satisfazer-nos a curiosidade quanto ao futuro.

Sua finalidade é pratica e mui piedosa, é um incentivo àquele que na esperança de se encontrarem com o Senhor Jesus, vencem os maiores desafios e os mais agudos transes por uma esperança que não murcha nem se desfaz com os séculos e milênios. 

 

CONCLUÍNDO; 

 

O Senhor Jesus está as portas.

Breve virá buscar sua Igreja.

Eis um grande motivo para se buscar um grande e poderoso avivamento, que venha abalar.

Tal expectativa não deve, de forma alguma, amedrontar-nos, mas incentivar-nos a trabalhar enquanto é dia.

Deverás estar juntamente com tua família, preparados para o encontro do Noivo, não esquecendo você que pastorea a igreja,  de prepará-la.

O momento exige um firme posicionamento, CUIDADO!!

 

 

 

QUANDO É QUE OS CRENTES ROUBAM A DEUS

Lição de nº 11; 

 

TEXTO – ÁUREO = “Trazei todos os dízimos á casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu vos não abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança”, Ml 3. 10; 

 

Leitura Bíblica Em Classe; Ml 3. 7 – 11;

 

Ml 3. 7 = Desde os dias de vossos pais, vós desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai-vos  para mim, e eu tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos; mais vós dizeis; Em que havemos de tornar?

  1. 8 = Roubará o homem a Deus?

Todavia, vós me roubais e dizeis; em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas.

  1. 9 = Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a mim, vós, toda a nação.
  2. 10 = Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não derramar sobre vós, uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.
  3. 11 = E, por causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide no campo não vos será estéril, diz o Senhor dos exércitos.

 

INTRODUÇÃO:

 

Nesta lição, estaremos adentrando na quinta “mensagem de Deus através do profeta Malaquias, onde o povo judeu é repreendido e convidado ao arrependimento, pelo pecado cometido que até em nossos dias tem se tornado comum, o roubo dos dízimos.

Foi exatamente assim que a sonegação dos dízimos foi vista pelo senhor Deus.

Essa falta tornou-se tão grave na comunidade hebréia, que muitos levitas privados do sustento diário, viram se obrigado a abandonar o ministério para garantir o sustento de suas casas, ( Ne 13. 10).

É mister que voltemos a encarar a doutrina do dízimo com toda a seriedade.

Foi para isso que Deus me colocou na Internet, para te ajudar; Temos-nos nas paginas da Internet, 19 pags, com 6. 785 palavras, na apostila;

  “Quase Tudo Sobre o Dízimo” que muito pode te ajudar; só quero uma coisa; não é preciso ficar humilhado, sou teu conservo tá?

A partir deste parágrafo; tudo que for escrito, e muito mais além disso, você pode encontrar em nossa apostila;

 

O QUE É O DÍZIMO;

 

  1. Definição; ( Do lat. Décima; décima parte de uma importância ou quantia; Oferta que se constitui na décima parte da oferenda do orador, melhor do adorador Ml 3. 10;

Não tem caráter mercantilista, nem pode ser visto como um investimento. É, antes de mais nada uma aliança pratica entre Deus e o homem, e um ato de adoração

O que é fiel no dízimo, usufrui com certeza de todas as bênçãos que o Senhor reservou-nos em sua suficiência.

 

  1. O dízimo não está circunscrito na Lei. Há alguns denominados crentes que sonegam o dízimo, sob a alegação de que está prática foi instituída pela Lei de Moisés.

Todavia, antes da Lei Mosaica, já existia homens santos e piedosos que adoravam a Deus com as suas ofertas e dízimos; Caim, Abel, Abraão, e Jacó 430 anos aproximadamente antes da Lei; Gl 14. 20; 28. 22;

O que a Lei de Moisés fez, concernente aos dízimos foi canalizá-los e santificá-los para as despesas do culto e do sacerdócio levitico, ( Lv 27. 30 – 32; Nm 18. 20, 21)

Lv 27. 30 = Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, dos frutos das arvores, são do Senhor; santas são ao Senhor.

  1. 31 = Porém, se alguém das suas dízimas resgatar alguma coisa, acrescentará o seu quinto sobre ela.
  2. 32 = No tocante a todas as dízimas de vacas, ovelhas, de tudo o que passar debaixo da vara, “o dízimo será santo ao Senhor”.

Lv 18. 20 = Disse também o Senhor a Arão; na sua terra, possessão nenhuma terás, e no meio deles nenhuma parte terás; eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos filos de Israel.

  1. 21 = E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo seu ministério que exercem o ministério da Tenda da congregação.

Como lemos as referências acima, Deus o chama de santo; Portanto quem sonegasse o dízimo era tido como ROUBO.  Mais tarde encontraremos o Senhor Jesus ratificando a pratica dos dízimos: “Aí de vós, escribas, e fariseus, hipócritas”!

“Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e desprezais o mais importante da lei; o juízo, a misericórdia, e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas” ( MT 23. 23);

Nessa passagem o que o Senhor condena não é o ato de se dizimar, mas a maneira que faziam os fariseus e os hipócritas. Observe que o Senhor Jesus foi mais que categórico “... deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas”.

Ou seja: dar os dízimos.

Não procure subterfúgio teológico para negares o dízimo ao Senhor que te tem sido tão generoso.

Cumpre com as tuas obrigações.

Adora a Deus com as tuas rendas e haveres, ( Pv 3. 9 ).

Não roubeis a Deus! 

 

  1. QUANDO O POVO ROUBA A DEUS NOS DÍZIMOS.

 

Alguns crentes e até muitos obreiros, acham ruim, e que não se deve chamar de ladrões os que sonegam os dízimos ao Senhor. Muito bem! Não vamos chamá-los, eu mesmo Pr. Lourival, nunca chamei ninguém de ladrão por te-lo sonegado o Dízimo ao Senhor, as que a Palavra de Deus os chama:

 “Roubará o homem a Deus?

Todavia me roubais, e dizeis; Em que te roubamos?

Nos dízimos e nas ofertas alçadas”, Ml 3. 8). 

A sonegação dos dízimos, no tempo de Malaquias, estava acarretando prejuízos nas mais diversas áreas.

Na área ministerial;

Na área pessoal;

Na área nacional; 

 

  1. a) Na área Ministerial;

 

Com os dízimos eram sonegados; os levitas e os mais obreiros do altar abandonavam o ministério a fim de procurarem outros afazeres para sustentar suas famílias.

Eis o que diz Neemias;

“Também entendi que o quinhão dos levitas se lhes não dava, de maneira que os levitas cantores, que os cantores que fazia a obra, tinham fugido cada um para sua terra”, Ne 13. 10;

Podemos observar que o que ocorreu naqueles dias, há muito tempo ocorre em nosso tempo. 

Não podemos esquecer-nos de que os obreiros precisam cuidar de suas famílias, e educar os filhos, dar assistência medica etc. Se quisermos obreiros de tempo integral, devemos dar-lhe o suporte necessário afim de que eles cuidem de nosso bem estar espiritual, Lc 10. 7;I Tm 5. 18; 

De que forma os manteremos? Nenhum sacrifício adicional é-nos requerido, sejamos fies nos dízimo.

 

  1. b) Na área pessoal;

 

Como retivessem os dízimos,Os hebreus não mais contavam com a generosidade e a abundância da providencia divina. 

Agora, até suas bênçãos encontravam-se sob maldição: “Com maldição sois amaldiçoado, porque me roubais a mim, vós toda a nação” Ml 3. 9; Vejamos o que diz também o profeta Ageu, sobre o salário dos hebreus quando foram exortados a reedificar o templo aproximadamente um século antes, a situação era a mesma;

“Veio, pois, a palavra do senhor, pelo ministério do profeta Ageu, dizendo: E para vós habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta? 

Ora pois, assim diz o Senhor dos Exércitos; Aplicai os vossos corações aos vossos caminhos.

Semeais muito, e recolhei pouco ; comeis mas não fartais, bebeis mas não  vos sacieis; vestis-vos mas ninguém se aquece; e o  que recebe salário, recebe salário num saco furado, Assim diz o Senhor dos exércitos”,  ( Ag 1. 3 – 6).

 Assim acontece com nossos ministros; exigem que as igrejas tenham um programa missionário, e a tenham assistêecirc;ncia social, mas não trazem os dízimos a casa do tesouro.

Abramos nossas mãos para a obra de Deus, enquanto é dia, a noite vem, quando ninguém pode trabalhar, Jo 9. 4;

 

  1. c) Na área nacional;

 

Se todo o povo que se diz povo de Deus, nos dízimos, teríamos certeza de que o produto interno bruto de nossa nação seria duplicado. 

 

III. OS TRÊS LADOS  DO DÍZIMOS;  De acordo com Malaquias, 3. 10; o dízimo possui três lados:

 

O lado do povo;

O lado do ministério;

Ao lado de Deus;

 

  1. a) O lado do povo; A ordem divina não comporta dúvida;

 

“Trazei todos os dízimos a casa do tesouro”,

Isto significa que não nos cabe administrar o nosso dízimo.

Estes tem de ser entregue a casa do tesouro, ou seja à tesouraria da casa de Deus.

Há crentes que ao invés de obedecer a Palavra de Deus, enviam os seus dízimos a programas de rádios, de televisão, entregam aos charlatões e mercenários, que vivem a rondar nossas igrejas e congregações, e carreiam-nos aos departamentos da igreja que segundo pensam, precisam de alguma melhoria.

Irmão! Não sou contra você ajudar ou contribuir com alguém, mas faça com o que é teu;

 “O dízimo é santo e pertence à Deus, Ele também é dono de tudo que você diz que é teu, Não! Você só administra teus bens.

Leiam  e releiam quantas vezes quiserem, com atenção e medita I Cr 29. 1 -14: Veja o que diz o v.14;

“Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, que tivéssemos poder para tão grande voluntariamente dar semelhantes coisas? Porque tudo vem de ti, e da tua mão to damos”, v. 14;

Deus só pode abençoar aqueles que cumprem rigorosamente a sua Palavra.

Portanto, sê dizimista, e verás que o Senhor suprirá todas as tuas necessidades.

 

  1. b) O lado do ministério. Cabe aos administradores da casa de Deus, cumprir seus deveres neste quesito:

 

“... para que haja mantimento na minha casa...” 

Por isso os pastores devem administrar com cuidado os dízimos do Senhor nosso Deus, Ne 13. 13;

Se agirem assim nenhum mantimento faltará a casa de Deus, II Cr 31. 12;

Os ministro receberão regular e pontualmente o seu sustento, Ne 10. 37, 38;

 E ninguém, terá de deixar a obra par sustentar sua família Ne 12. 44.

Haverá suficiente literatura, e dará condições de reconstruir algo necessário se possível.

Se somos representante do Evangelho de Cristo temos que primar pela causa do nosso Pai.

 

  1. c) O lado de Deus; O povo pode falhar em seu compromisso;

 

Os obreiros também falham e falham mais que a igreja;

No entanto, Deus jamais falhará com a sua Palavra.

Se ele prometeu abençoar-nos não devemos temer porque Ele é fiel, “... e depois fazei prova de mim diz o Senhor dos Exércitos, se eu não abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós, uma benção tal, que dela vos advenham a maior abastança.

 

CONCLUINDO; 

 

Deus que abençoe seu povo;  sejamos pois fieis em nossos compromissos, não somente no sentido monetário, mas também no sentido espiritual!!

 

 

 

 

QUANDO DEUS FAZ O SEU MEMORIAL

 

(Dia Nascional da Escola Dominical )  

Lição de nº 12 

Texto - Áureo;  “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei seu nome do livro da vida; e confessarei seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos”, Ap 3. 5 ).  

Leitura Bíblica em Classe; Ml 3. 12 – 17;  

Ml 3. 12 = E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis  uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos. 
V. 13 = As vossas palavras foram agressivas para mim, diz o SENHOR; mais vós dizeis; Que temos falado contra ti? 
V. 14 = Vós dizeis: inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os  seus preceitos e em andar de luto diante do SENHOR dos Exércitos?
 V. 15 = Ora, pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos; também os que cometem impiedade se edificam; sim eles tentam ao SENHOR escapam. 
V. 16 = Então, aqueles que temem ao SENHOR falam cada com seu companheiro; e o Senhor atenta e ouve; e há um memorial escrito diante dele, para os que temem ao SENHOR e para os que se lembram do seu nome. 
V. 17 = E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos, naquele dia que farei, serão para mim particular tesouro; poupa-lo-ei como um homem poupa seu filho que o serve. 

INTRODUÇÃO ;  

Apesar da rebeldias dos filhos de Israel, o Senhor estende as suas misericórdias, que são infinitas, e promete-lhes: os que  lhe ouvirem as palavras jamais serão esquecidos. Haveriam de ser escrito em seu memorial.
 Nas Sagradas Escrituras deparamo-nos com vários memoriais, e todos eles têm como objetivo perenizar a memória dos que são fiéis a Deus. 
Ainda que os homens esqueçam de nós, Ele há de se lembrar de todos os nossos trabalhos e esforços, ( ICo15. 57, 58; 

I. POR QUE DEUS FAZ OS SEUS MEMORIAIS.  

Deus faz os seus memoriais em virtude de seu amor, santidade e justiça.  
Estes são os três maiores atributos comunicável e moral do Supremo ser. 
Por conseguinte, compraz-se ele em preservar a memória daqueles que lhe são fiéis, Ex 28. 12; Et 9. 28;  
Quanto aos ímpios, até a sua memória é apagada da terra dos viventes Dt 25. 19 ;  
Segundo a Bíblia, O Senhor nunca permitirá que os seus santos sejam esquecidos, quer na terra quer no céu; vejam: 
“Na verdade que nunca será abalado; o justo ficará em memória eterna”, Sl 112. 6; 
“A memória do justo é abençoada, mas o nome dos ímpios apodrecerá. 
Pode ser um ato pequeno e até desprezível diante dos homens, mas se motivado pelo amor e pela fé, há de ser perenizado, Mt 26. 13; 
Portanto querido companheiro não te enfades de fazer o bem, porque tudo o que fazeres subirá a memória de Deus. 
Teus labores não cairão no esquecimento. 

II. COMO SER INSCRITO NO MEMORIAL DE DEUS. 

Pode  acontecer de que; alguém ficar duvidoso e não saberem como ser inscrito nos memoriais divinos; 
 A Bíblia responde; três coisas são necessárias: fé, obediência, e amor. 

1. A fé nos méritos de Cristo. 

 Os que aceitam Cristo como seu Salvador pessoal, tem os seus nomes escritos no livro da vida, Ap 3. 5; Haja vista o que aconteceu com  o ladrão que estava sendo crucificado juntamente com o Senhor. 
Ele rogou-lhe que não fosse esquecido; “lembra-te de mim quando entrar no teu reino, Lc 23. 42;  
Por conseguinte, todas as vezes que alguém recebe a Cristo tem o seu nome imediatamente inscrito no livro da vida.

2. Obediência nos mandamentos divinos. 

Além da fé faz-se necessário que o crentes de modo geral, inclusivel os ministros e obreiros totalmente dizendo; que pautem suas vidas na obediência aos mandamentos divinos.
O tema de Deuteronômio é justamente a amorosa submissão que os israelitas deveriam demonstrar em relação à Palavra de Deus. 
Fossem obedientes, seriam para sempre lembrados, caso contrario até sua memória seria apagada, Dt 32.1 - 26; 
O próprio Senhor já dissera a Moisés:
 “Aquele que pecar contra mim, a este riscarei do meu livro”, Ex 32. 33; 
Portanto, sejamos obedientes aos mandamentos divinos, para que jamais tenham seus nomes riscados. 

3. Amor incondicional a Deus .

Se temos fé nos méritos de Cristo, e estaremos prontos a obedecer a Palavra de Deus, significa que o amamos de todo o coração, Dt 6. 5; E dessa forma o nosso nome estará para sempre no memorial divino. 

III. O MEMORIAL DOS MINISTROS  

Um dos memoriais mais notáveis que temos na História Sagrada é sem duvida alguma, o memorial dos ministros do Senhor. 
Ou seja, o registro genealógico que capacitava os filhos de Levi a ministrarem diante do Deus de Israel.  
No retorno dos judeus de seu exílio em Babilônia muitos foram privados de ministrar no Santo Templo pelo fato de seus nomes não terem sido encontrados. 

Eis como Neemias apresenta este lamentável episódio;
 “Estes buscaram os seus registros querendo contar a sua geração, porém não se achou; pelo que, como imundos, foram excluídos do sacerdócio. 
 E o tirsata lhes disse que não comessem das coisas sagradas, até que apresentasse um sacerdote com Urím e Tumim, Ne 7. 64,65;
 Há uma infinidade de obreiros que não foram chamados.
 Principalmente a próle moderna dos nossos dias. ( Eu os denomino chamados obreiros).
 São homens amantes de si mesmo; só querem fazer comercio dos santos. 
Mais os tais devem saber que já estão julgados pelo Senhor;
 “Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus”, At 8. 21; 
Se todos os que praticam a simonia (comercio das coisas sagradas) se dispusessem  a sair de nosso meio, o ministério cristão não estaria hoje a enfrentar tantas dificuldades. 
Infelizmente “o nosso ministério” está separando homens que jamais foram chamados por Cristo, conheço muitos que nem nascido de novo são;
 “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participe dos pecados alheio; conserva-te a ti mesmo puro”, I Tm 5. 22; 
Num período difícil e trabalhoso como o nosso, muitos são os que vêem o ministério como uma inesgotável fonte de renda, e  encaram o serviço cristão como um mercado alternativo. 
E, de repente, temos tristeza de ver nossos púlpitos tomados por pessoas que, embora não tenham condições de se quer estar entre os filhos de Deus, reivindicam destacados lugares mo ministério da Palavra.  
Se não houver temor, amor, cuidado; podem perder todos os  vossos referenciais, e já não poderão ser considerados homens de Deus. 
Aconselho-vos que sejais mais seletos na consagra – cão de obreiros para colocar no púlpito.  
Estou com toda essa ousadia, com base nas recomendações de Paulo a Timóteo, que continuarão sendo validas; ITm 5. 22;  
Lembra-te: o Espírito Santo quer levantar homens de Deus, e não homens do povo; quer ungir testemunha, e não astros e nem estrelas; 
Quer pregoeiro da verdade, e não publicitários  e agentes de negócios. 


IV.  SENHOR LEMBRA-TE DE MIM!  

Neemias orava continuadamente para que jamais fosse esquecido: 
“Por isto, Deus meu, lembra-te de mim e não risque as beneficências que eu fiz a casa de meu Deus e as suas guardas”, Ne 13. 14;  
Temos aí o exemplo do grande administrador, que ajudou os judeus a se reerguerem num momento de angustia e tribulação, almeja estar para sempre no memorial divino. 
Ele sabia perfeitamente que todos os nossos traba -lhos acham-se patentes diante do Senhor. 
E já encerrando o seu livro; Neemias uma vez mais ora ao Senhor; “lembra-te de mim Deus meu para o bem”, Ne 13. 31; Vê se pois, que Neemias era um homem preocupadíssimo com o memorial divino. 
Ele sabia que o maior bem que um mortal poderia almejar erra ser lembrado por Deus. 
Esta também foi a petição do companheiro de Jesus a sua esquerda: no Calvário; e a Bíblia diz que ele foi atendido na hora, Lc 23. 42;  

CONCLUINDO; 

 Após este tão belo esclarecimento destas paginas que a Bíblia nos traz a cerca do memorial divino, também nos é revelado; que apesar da transgreção de Judá aprouve ao Senhor mostrar-lhe as suas misericórdias. 
Com base na graça do Cristo que ainda haveria de vir,ofereceu uma singular oportunidade de arrependimento. Se os judeus viessem se arrepender de seus pecados, estariam para sempre inscritos no memorial divino. 
E que o Senhor nosso Deus, também não venha esquecer-se de nós. AMEM! Amém!!

 

 

QUANDO DEUS FAZ A DIFERENÇA ENTRE O JUSTO E O ÍMPIO

 

Lição de nº 13 

 

Texto-Áureo; “Porque o Senhor conhece o cami - nho dos justos; mas o caminho dos ímpios perecerá”, Sl 1. 6;

 

Leitura Bíblica Em Classe; Ml 3. 18; 4. 1- 6;  

 

Ml 3. 18 = Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não o serve.

Cap. 4. 1 = Porque eis que aquele dia vem ardendo como forno; todos os soberbos e todos os que cometem impiedade serão como palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz e nem ramo.

  1. 2 = Mas para vós que temereis o meu nome nascerá o sol da justiça e salvação trará debaixo das suas asas; e saireis e crescereis como os bezerros do cevadouro.
  2. 3 = E pisarei os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas dos vossos pés, naquele dia que farei, diz o Senhor dos Exércitos.
  3. 4 = lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, a qual mandei em Horebe para todo Israel, a qual são os estatutos e juízos.
  4. 5 = Eis que eu vos envio o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor;
  5. 6 = e converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos seus pais; para que eu não venha e fira a terra com maldição.

 

INTRODUÇÃO;

 

No tempo de Malaquias, os judeus andavam confundidos, já não conseguiam mais discernir a justiça da injustiça.

Em seu desalento espiritual diziam: inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos?

Ora, pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos; também os que cometem impiedades se edificam, sim, eles tentam ao Senhor e  escapam”, Ml 3. 13 – 16;

Tais palavras soaram agressivas aos ouvidos de Deus.

 Por isso deixa bem patente o Senhor que há uma nítida e inconfundível diferença entre o justo e o ímpio. Não podemos permitir-nos venha acontecer com o povo de Deus de nossos dias.

 Porque a Palavra de Deus nos alerta também; quando Jesus afirmou durante seu ministério: “por se multiplicar a iniqüidade o amor de muitos esfriará, ( Mt 24. 12), e dessa forma acabam  por se conformar com o mundo, Rm 12. 12;  

No Cap. 4; A partir do 1º Versículo ao v. 6; nosso Deus esclarece o resultado da impiedade do seu povo.

“Porque aquele dia vem ardendo como forno,...”

Este dia concerne tanto a primeira, quanto à segunda vinda de Cristo. O profeta fala como se fossem um único evento. Semelhante superposição é vista freqüentemente nas profecias do A. T. Zc 9. 9, 10;

Os que se entregam ao orgulho e a iniqüidade, serão excluídos do reino de Deus, Ml 3. 2,3; Is 66. 15; Sf 1.18, 3. 8; ICo 6. 9 – 11;

No v. 2; o profeta usado por Deus, nos  oferece refrigério quando diz;

Mais vós que temeis o meu nome; O dia do Senhor implica também na salvação e livramento de todos quantos o ama e o servem.

No reino de Deus, e a sua glória e justiça brilharão como sol trazendo aos fiéis, a bondade, a bênção, a salvação, e a cura, mais que abundante.

No v. 4; Malaquias alerta que para sobreviver ao dia do Senhor, é necessário obedecer a lei de Moisés.

A fé em Deus implica na obediência sincera ao Senhor.

Os crentes hoje não estão desobrigados da observância dos requisitos morais da Lei do A. T. juntamente com os mandamentos de Cristo

“Não cuideis que vim destruir a Lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir, Mt 5. 17;

Nós somos privilegiados pelo Senhor; nos nossos dias, O Espírito Santo, insta a que tenhamos sempre em mente as diferenças  e limites que o Santíssimo Deus estabeleceu em sua Palavra.

 

I.Quem é o justo;

 

Vejamos como a Bíblia descreve-nos o justo.

 Tanto no A. T. quanto ao Novo Testamento, ele é visto como alguém que teme a Deus,,pratica justiça, e vive pela fé.

 

  1. O justo pratica justiça.

 

Eis aqui uma definição bastante objetiva e clara a cerca do justo: “Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo”, I Jo 3. 7). E o que é a justiça?

Neste contesto é o Evangelho de Cristo Jesus, através do qual somo justificados pela fé, Rm 1. 16,17; 6. 1;

Vivemos um período tão difícil, que a Bíblia está a conclamar a seus filhos a praticarem zelosa e ardentemente a justiça. É mister que vivamos uma vida de santidade e perfeição moral numa sociedade que se corrompe de uma maneira assustadora.

É necessário que cada um dos filhos de Deus conscientize-se de seu papel como sal da terra.

Os requisitos do Salmo 15 nunca se fizeram tão necessário  e urgente como em nossos dias.

 

  1. O justo vive pela fé.

 

O que é viver pela fé?

Não é viver sem emprego fixo nem depender exclusivamente dos proveitos da Igreja.

Crentes há muitos crentes inclusivel ministros, que não querem trabalhar, e propagam que vive pela fé.

O contexto fé no Novo Testamento, abrange quatro elementos principais: 

 

  1. a) Fé significa crer e confiar firmemente no Cristo crucificado e ressurreto como nosso Senhor e Salvador pessoal; Leiamos o que Paulo diz; “Porque nele se descobre a justiça de fé em fé, como esta escrito: O justo viverá da fé”. Rm 1. 17;

De fé em fé, significa literalmente: “fé do começo ao fim. O justo deve viver pela fé, e assim fazendo continua a vi- ver uma vida espiritualmente mais rica. E também, tudo que não for por fé e pecado, Rm 14. 23;

 

  1. b) Fé inclui arrependimento, isto é desviar-se do pecado com verdadeira tristeza, ( At 17. 30; II Co 7. 10), e voltasse para Deus através de Cristo. Fé salvifica é sempre mais fé arrependimento, ( At 2. 37,38; Mt 3. 2).

 

  1. c) A fé inclui obediência a Jesus Cristo e a Sua Palavra, como maneira de viver pela fé, por nossa gratidão a Deus, e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós, Jo 3. 3; 6. 14, 15, 21 – 24; Hb 5. 8, 9; “obediência que provem da fé”, Rm 1. 5; Logo fé e obediência são inseparável Rm 16. 26;

A fé salvifica sem uma busca  dedicada da santifica – cão, é ilegítima e impossível.

 

  1. d) A fé inclui sincera dedicação pessoal e fidelidade a Jesus Cristo, que se expressam na confiança, amor, gratidão e lealdade para com Ele.

A fé no seu sentido mais elevado, não se diferencia muito do amor. É uma atividade pessoal de beneficio e de abnegação para com Cristo, ( Mt 22. 37; Jo 21. 15 – 17; etc.

Viver pela fé é estar olhando para Jesus, Hb 2.2 ; é estar na dependência dos cuidados divinos, Sl 54. 4 ; 

Sejam vossos costumes sem avareza, contentando com o que tendes porque ele disse: “Não te deixarei nem te desampararei” Hb 3. 5; Repetindo; Muitos são os que em busca dos encantos e do faustoso que este mundo oferece, desprezam a simplicidade da vida Cristã.

O homem que vive pela fé já se considera um peregrino neste mundo,. Embora viva aqui,  seus olhos acha-se voltado, Hb11. 13;

Por conseguinte, não nos esqueçamos; “Mas o justo viverá da fé; e, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele”, Hb 10. 38;

 

  1. O justo deleita-se na Lei de Deus.

 

Justo é também aquele que se deleita na Lei de Deus e na Lei de Deus medita de dia e  de noite, Sl 1. 2; 

 Seria muito bom, se nossos Crentes em geral meditassem um pouco a mais, Nas Sagradas Escrituras, com mais zelo e amor.

Não permitamos que os prazeres e as vaidades afastassem-nos da Palavra de Deus.

Se isto vier a acontecer, perderemos as nossas características como Igreja de Cristo.

Pois Ele quando voltar para levar sua Igreja, os justos todos nos encontraremos ao lado do Bondoso e Eterno Pai.

 

  1. QUEM É O ÍMPIO;

 

Ímpio é o que rejeita a justiça divina preferindo viver ao seo bel- prazer. Na Carta de Paulo aos Romanos, deparamos com duas classes de ímpios.

O capitulo primeiro retrata os gentios que embora houvessem adquirido o conhecimento de Deus através da observação da natureza,  preferiram seguir o curso de sua natureza pecaminosa.

Já o cap. 2; destaca os judeus, que apesarem de conhecerem a excelência da Lei de Deus tornaram tão reprováveis quanto aos gentios.

Por fim sentencia o apostolo;

“Porque todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus”, Rm 3. 23;

 

  1. O ímpio desconhece a Deus;

 

O ímpio não reconhece a Deus quer em sua vida, quer em seu coração; “Diz o néscio no seu coração, não há Deus; Corrompem-se e pratica abominação;

Já não há quem faça o bem, Sl 14. 1; 

Isso não significa que o ímpio não acredita na existência do supremo Deus.

Aliás, é impossível não crer em Deus. “Tu cres que há um só Deus? Fazes bem; Também os demônios o crêem e estremecem, Tg 2. 19;

O que o ímpio quer dizeré que: em sua vida, não há lugar para a vontade divina.

O Senhor quer dominar todo o nosso ser; dejeja entrar em nosso lar, e refazer a nossa história afim de que doravante sejamos contados entre os filhos de Deus.

 

  1. O ímpio é orgulhoso.

 

O mesmo sentimento que dominou satanás, ocasionando a queda vem caracterizando os ímpios em todas as eras da história;

“Por causa do seu orgulho o ímpio não investiga; todas as suas cogitações são:

Não há Deus”? Sl 10. 4;

Zelemos por nossos sentimentos e jamais permitamos que o orgulho se aposse de nosso coração.

Como servo de Cristo, temos que ser conhecido pela humildade.

Eis o que nos recomenda o Senhor:

“Tomai sobre vós o meu jugo e aprender de mim, que sou manso e humilde de coração e encontrarei descanso para vossa alma”, Mt 11. 23; 

 

  1. O ímpio blasfema de Deus.

 

Além de todos os seus Crimes e violências, o ímpio blasfema do santíssimo nome de Deus; “Porque blasfema de Deus o ímpio dizendo no seu coração que tu não o inquirirás”, Sl 10.13;

O ímpio acha que o Altíssimo jamais importará a sua justiça.

Mais a Bíblia mostra que o nosso Deus, é o Deus que age, que intervém na historia de uma maneira geral e ma vida de cada homem de forma particular.

Do Senhor Deus não se zomba Gl 6, 7;

 

III. DEUS FAZ A DIFERENÇA ENTRE O JUSTO E O ÍMPIO.

 

Embora a cultura do presente século já não possa fazer distinção entre ímpio e o justo, a Palavra de Deus não permite que ambos sejam confundidos. No Salmo primeiro por exemplo, o autor sagrado faz uma nítida distinção entre o que serve a Deus e o que não o serve. Malaquias também realça as diferenças entre ambos os  grupos.

O profeta acentua que, no dia do Senhor, os ímpios serão como palha. Se no Sl primeiro a palha é dispersa pelo vento, aqui é sumariamente consumida de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo Ml 4. 1; 

Outra, porém está a sorte dos justos;

“Para vós que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e salvação trará debaixo das suas asas e saireis e crescereis como bezerro do cevadouro”, Ml 4. 2 ;

Embora os justos sofram e tanto padeçam, temos em Deus um grandíssimo galardão. Chegará o dia em que deixaremos todas as nossas tristezas, pesares e lutas para desfrutar de todas as bem-aventuranças que nos reservou o Senhor. 

 

 CONCLUINDO;

 

 Graças dou, muitas graças a Deus que por Jesus Cristo e o Espírito Santo; nos concede o grande privilégio de juntamente com vocês, temos acabado de comentar estudar, e aprender grande lição através do livro de MALAQUIAS, mesmo em três partes, mesmo separadamente;

Para nos não cansar, e ficaríamos exaustos! Aleluia

Glória a Deus e A.......mem!!

fonte www.mauricioberwald.com